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Levantamento coloca Brasil como oitavo país com mais potencial no e-commerce

Índice de E-Commerce de Varejo Global, criado pela A.T. Kearney e divulgado hoje, avaliou 186 países.

De acordo com o Índice de E-Commerce↳E-commerce21 conteúdosECBR Club: novo espaço para devs se conectarem ao ecossistema de e-commerceDev (Back & Front) · mai 2025TOTVS anuncia joint venture com VTEXMarketing Tech · mai 2019Jovens da Brasilândia recebem formação gratuita em tecnologiaGestão Dev & TI · jul 2025Ver tudo em Marketing Tech → de Varejo Global, criado pela A.T. Kearney e divulgado hoje, o Brasil é o oitavo país do mundo com maior potencial no varejo online. A consultoria avaliou 186 países em nove variáveis separadas em quatro dimensões fundamentais: atratividade do mercado online, comportamento do consumidor, infraestrutura e potencial de crescimento.

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A partir daí, 30 países receberam notas em uma escala de 0 a 100 pontos: quanto mais alto no ranking, maior o potencial de retorno sobre o investimento (ROI) a curto prazo em varejo online naquele país.

Com exceção da China, todos que estão na frente do Brasil são países desenvolvidos pertencentes ao G8.

China, Brasil e Rússia lideram os mercados da próxima geração, onde também estão países como Itália e Chile. Neles, falta alguma destas capacidades: acesso à Internet, sistemas financeiros ou infraestrutura logística.

“As principais deficiências do Brasil continuam sendo relacionadas aos investimentos em infraestrutura logística, que não têm acompanhado o crescimento do mercado online.”, aponta Esteban Bowles, sócio da A.T. Kearney no Brasil e líder da prática de Varejo e Bens de Consumo na América do Sul.

Além disso, ele cita a menor densidade urbana como outra variável ruim para mercado brasileiro de comércio eletrônico, cuja receita é de US$ 11 bilhões por ano. Já a força das redes sociais no Brasil é vista como vantagem.

O crescimento anual de 27% do varejo online na América Latina nos últimos cinco anos supera a média mundial (17%) e da região Ásia-Pacífico (25%). “Os consumidores nos mercados em desenvolvimento estão adotando rapidamente comportamentos similares àqueles dos países mais desenvolvidos”, apontou Mike Moriarty, sócio da A.T. Kearney e coautor do estudo. “O número de telefones celulares per capita na Rússia (1,8) e Emirados Árabes Unidos (1,7) é muito maior do que muitos mercados desenvolvidos, incluindo os Estados Unidos (1,0) e França (1,0), por exemplo”, completou.

Austrália, Canadá, Estados Unidos e países nórdicos e da Europa Ocidental entram na classificação da consultoria como “Mercados estabelecidos e em crescimento”. Japão, Coréia do Sul, Cingapura, Hong Kong e Nova Zelândia são os “Mercados de DNA digital”, nos quais o crescimento deve ser mais lento a partir de agora justamente pelo seu já avançado grau de maturidade.

Com informações de E-commerce Brasil

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