21 componentes de interface com animação autoral. Teste ao vivo, copie o código e cole no seu projeto. Sem cadastro.
Código de 4 dígitos que confirma sozinho: o 4º dígito pesa mais que os outros, a espera é um loop que cobre qualquer latência, o erro chega em três tempos e as caixas fundem numa só no acerto.
Tem alguém morando no card: respira parado, dá sacadas de olhar, tapa os olhos na senha. Prende a respiração enquanto o servidor responde, comemora com agachada e esmagada — e a sombra conta a altura do pulo.
O botão engole o formulário: respira, desaba pra bolinha, espera com anel de arco variável e vira o selo de recebido — o cartão dobra em volta dele. Erro é recusa de 305ms no próprio campo, no blur.
Robô que dorme devagar e acorda com sobressalto: reage ao que você digita (não ao mouse), espera o servidor com o papel na mão e arremessa o email pra fora da faixa com o corpo inteiro.
O mesmo formulário de contato de sempre, com a tampa aberta: o pacote é cuspido do botão, desce a pilha (validação, sanitize, TLS, API, fila, banco, e-mail) e cada camada só acende no frame em que ele encosta. A fila só mostra espera se demorar, o SMTP recusa uma vez antes de aceitar e o total conta exatamente a soma que está na tela. No card do catálogo ele se envia sozinho.
O campo de CEP de todo checkout brasileiro: oito dígitos e o endereço chega sozinho. Cada campo afunda sob o peso do texto que caiu dentro, um de cada vez — e o número, o único que a API não sabe, é o único que fica pedindo.
A lista estava dobrada atrás da escolha que já estava ali: a opção atual não sai do lugar e as outras deslizam de trás dela, como um baralho aberto a partir de uma carta fixa. Espera com três linhas fantasma, opção indisponível que recusa em três tempos e um realce só que viaja entre as linhas.
As perguntas frequentes do rodapé, com altura medida de verdade: abrir uma empurra as de baixo em cascata, cada uma com atraso proporcional à distância. Sem max-height, sem salto, sem easing que mente.
O modal não é camada por cima: ele é a primeira folha do papel, e essa folha já era o botão. A página cede altura, o escuro nasce no centro exato da pílula, a pílula vira folha num frame só e as outras duas se desdobram por trás. Fecha na hora em que você pede, e a segunda vez abre diferente porque o papel guardou o vinco.
O aviso de canto que todo app precisa — e o que acontece quando chegam três de uma vez. O novo empurra os que já estavam ali, o prazo é o próprio aviso sendo comido pela borda de baixo, e o quarto expulsa o mais antigo por cima em vez de acumular em silêncio.
A faixa de cookies que todo site brasileiro é obrigado a ter. Sobe como tira de papel presa pelas duas pontas, cresce pra cima quando você personaliza — sem abrir outro modal — e ao aceitar se enrola num ponto que fica no canto.
A pasta espia sozinha quando fica entediada, abre a tampa quando o arquivo chega perto, cospe cada arquivo na lista com coice, recusa o que passa de 10 MB e engole tudo de volta pra reencenar.
Cada dígito pousa no cartão, que vira de costas no CVV enquanto o cofrinho tapa os olhos e espia entre os dedos. A barra para em 93% até o banco responder e o carimbo APROVADO sacode o cartão.
A caneca agacha, se clona e cai dentro do carrinho: o carrinho afunda no impacto e só então o número rola. Botão confirma com check desenhado, mostra quanto tempo falta e volta sozinho — com stepper de quantidade e preço que acompanha.
O campo "tem cupom?" do checkout: o código cola, o total antigo é riscado por um traço que se desenha, o novo desce rolando dígito a dígito (centavos primeiro) e o campo dobra ao meio virando etiqueta serrilhada presa no resumo.
O caminhão recua antes de arrancar, patina, afunda a pílula com o peso e vai comendo o rótulo antigo — deixa "A caminho" na esteira, com marca de pneu e fumaça. Se o servidor demora ele para no meio e pisca o alerta; se falha, freia, risca o chão e volta de ré.
Dois botões de borracha que levitam: resistem ao cursor esticando na direção do puxão e escapam com estalo. O fantasma enche de líquido com a superfície viva; a onda do clique nasce no toque e cresce enquanto o dedo fica.
Pro checkout brasileiro: a pílula cresce em altura e vira a maquininha. O código se monta em frente de onda a partir dos três cantos, o relógio corre num prazo absoluto e a confirmação engole tudo de volta — no card ele se encena sozinho.
O CTA de atendimento (WhatsApp, Telegram, widget do site): o balãozinho desenhado dentro do botão é o que sai voando — o ícone VIRA a mensagem, o rótulo recentra no buraco que ele deixou e o balão abre em largura, de 58px de pontinhos até a medida exata da frase. O outro lado responde, e quem mata a espera é a resposta, não um cronômetro. Parado no card, o atendimento chama primeiro.
Pra quem vende agenda (clínica, salão, consultoria): as cartas dos dias saem todas do mesmo ponto dentro do botão e caem tortas, o dia escolhido sobe e vira a legenda, a bandeja cresce pra abrir a linha dos horários e o carimbo desce opaco, afunda a mesa e seca a tinta. No card ele encena sozinho, do zero ao carimbo.
Pro isca-digital de infoproduto e área de aluno: o botão nasce carregado com a folha já na bandeja, o âmbar drena e VIRA a folha, ela se preenche linha a linha, empaca em 78% (porque download de verdade empaca — e empacado ele PARA, não pisca). Quando conclui, a folha SAI DE CENA — baixou, foi embora — e o botão renasce carregado, com folha nova na bandeja. Na segunda vez o download vem do cache.