Gartner afirma que Brasil precisa formar profissionais para Big Data
De acordo com a consultoria, área vai gerar 4,4 milhões de vagas em todo o mundo até 2015, sendo que 500 mil oportunidades serão geradas no país.
De acordo com projeções do Gartner, as iniciativas de Big Data↳Big data16 conteúdosResolvendo desafios de Big Data com Ciência de Dados na UberData · abr 2019Segurança “Data-Driven”: como big data e IA estão redefinindo a detecção de ameaças em tempo realDevSecOps · jan 2026USP lança MBA em Inteligência Artificial e Big DataAI · mar 2024Ver tudo em Data → exigirão a contratação de um exército de 4,4 milhões profissionais em todo o mundo até 2015. Assim, as empresas brasileiras, que já sofrem com a falta de talentos de TI, serão mais impactadas ainda com o crescimento do setor. Logo, o Brasil precisa se apressar para capacitar esses profissionais, pois, segundo a consultoria de pesquisas, 500 mil vagas serão geradas pelo mercado local.
Para Peter Sondergaard, vice-presidente sênior do Gartner, ter profissionais especializados para dar suporte a Big Data é um desafio global. Ele constata que os sistemas de educação públicos e privados são falhos e não têm como formar um exército de profissionais na velocidade que as empresas precisam. “Essa área vai movimentar a economia no mundo todo, mas apenas 1/3 dos cargos será preenchido”, afirmou Sondergaard durante o Gartner Sumposium/ITxpo2012, na última segunda-feira, 29/10.
O analista do Gartner prevê que os especialistas em dados serão muito valorizados no mercado mundial. Ele não sabe estimar quantas vagas serão abertas no Brasil para esses talentos até 2015. Mas diz que, das 4,4 milhões de oportunidades, 1,9 milhão será oferecida na América do Norte, outros 1,2 milhão pela Europa Ocidental e os 1,3 milhão restante pela Ásia/Pacifico e América Latina.
Cassio Dreyfuss, vice-presidente do Garnter, arrisca que o Brasil vai gerar pelo menos 500 das vagas totais para profissionais de Big Data no mundo.
Atualmente, o Brasil já sobre com a carência de profissionais especializados em TI, mas possui iniciativas para mudar essa situação, como os programas TI Maior e Ciências Sem Fronteiras, do governo federal, apoiados pela Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).
Porém, o vice-presidente do Gartner Cassio Dreyfuss considera que os avanços do Brasil para formação de talentos de TI são pouco coerentes. Segundo ele, as iniciativas ainda são pequenas para o tamanho do problema que o país enfrenta com a falta de mão de obra especializada em TI. “Não existe uma política nacional de formação em TI no Brasil”, diz Dreyfuss, afirmando que o país tem que atacar esse problema com um amplo programa, envolvendo universidades, governo e empresas.
O executivo enfatiza que o déficit de talentos de TI prejudica o mercado, ressaltando que o Brasil não é competitivo e avançou pouco com as iniciativas que reduz os custos da folha de pagamento. “Hoje as empresas precisam ter um corpo especializado para avaliar os benefícios oferecidos pelas novas medidas”, constata o vice-presidente do Gartner.
Nesse sentido, outros países da América Latina estão mais avançados, como é o caso do Chile e da Colômbia, que já contam com um programa estratégico para formar talentos em TI.
Com informações de Computerworld
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Fundada em 2008 e reconhecida como o primeiro unicórnio de tecnologia da Lituânia, a Vinted se consolidou como uma das maiores plataformas de consumo consciente da Europa.








Redação iMasters




