Baixa renda representa 61% dos novos consumidores do e-commerce brasileiro
De acordo com dados levantados pela e-bit, a baixa renda vem ganhando
cada vez mais espaço no e-commerce↳E-commerce21 conteúdosECBR Club: novo espaço para devs se conectarem ao ecossistema de e-commerceDev (Back & Front) · mai 2025TOTVS anuncia joint venture com VTEXMarketing Tech · mai 2019Jovens da Brasilândia recebem formação gratuita em tecnologiaGestão Dev & TI · jul 2025Ver tudo em Marketing Tech → brasileiro, e agora representa 61%
dos novos e-consumidores no primeiro semestre de 2011. Essas pessoas
possuem renda familiar igual ou menor a R$ 3 mil.
Para se ter uma idéia do avanço, em 2009, 44,6% do total de
e-consumidores do mercado pertenciam, na melhor das hipóteses, à classe
C. No primeiro semestre de 2011, esse índice subiu para 46,5%, o que
corresponde a aproximadamente 5 milhões de novos consumidores durante
esse intervalo de tempo.
“O crescimento da baixa renda no e-commerce é relevante e deve
continuar em evidência para os próximos anos. Percebemos que esse
consumidor chega ao novo canal já adquirindo produtos de alto valor
agregado, como eletrodomésticos, eletrônicos e artigos de informática. A
partir dessa primeira experiência, muitas vezes parcelada em 12 vezes
sem juros no cartão de crédito, esse indivíduo passa a considerar a
internet como novo canal de compras no seu repertório de opções”,
avalia Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit.
Um dos fatores que comprovam as compras de produtos mais caros por
parte desses consumidores é o tíquete médio elevado. Apesar de possuírem
uma menor frequência de compra e menor renda, o tíquete médio
registrado no primeiro semestre de 2011 foi de R$ 320,00, contra R$
355,00 do total de compradores da internet. Caso sejam avaliadas apenas
as pessoas dessa faixa de renda, que fizeram sua primeira compra no
mesmo período, o valor médio é ainda maior: R$ 340,00. Em 2009, os novos
consumidores dessa classe social gastaram R$ 330,00, em média, por
compra.
É válido destacar a maioria feminina desse novo consumidor. Nos seis
primeiros meses de 2011, 55% dos novos e-consumidores da classe C
pertenciam eram mulheres. Em relação à idade, 24% dos que fizeram a
primeira compra possuíam entre 35 e 49 anos – faixa mais representativa
também para o comércio eletrônico como um todo. A pesquisa também
apontou que 22% dos consumidores possuíam ao menos o ensino superior
completo, enquanto que 78% não possuíam ainda graduação.
A região Sudeste possui a maior fatia dos novos e-consumidores de
baixa renda, com 64% do total, seguida das regiões Nordeste e Sul com
14% e 12%, respectivamente.
Com informações de E-Commerce Brasil
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Redação iMasters




