Foco em pessoas e não em dispositivos define segurança de TIC em 2016
O foco dos ataques estará no individual, não no coletivo. Veja o que a segurança de TIC nos reserva para 2016.
Em 2015, algumas das notícias mais comuns foram sobre violações de dados e invasões nos mais variados segmentos de mercado. O sentimento comum entre as pessoas era de que nenhuma empresa, organização ou país estava seguro, e que os consumidores estão simplesmente ganhando maior consciência sobre o risco de seus dados caírem em mãos erradas.
Então, o que esperar do cenário tecnológico em 2016?
Acima de tudo, o foco dos ataques estará no individual, não no coletivo. Vejamos o que o ano nos reserva:
- Segurança para pessoas, não para dispositivos: Estamos quase chegando ao ponto em que a maioria das empresas deixará de tentar dar segurança aos seus dispositivos e começará a dirigir seu foco para a segurança das identidades. BYOD continuará em 2016, mas as políticas de segurança deixarão de estar amarradas ao dispositivo e passarão a estar amarradas à combinação de usuário, aplicação e dados sendo acessados. Esse é um passo natural para as empresas, já que seus colaboradores estão usando uma série de dispositivos diferentes para trabalhar. Esse novo conceito de segurança garante, ainda, uma melhor acessibilidade↳Acessibilidade11 conteúdosO que é Acessibilidade Web e como tornar seu site mais acessívelDev (Back & Front) · mar 2019Design para veteranos digitais: acessibilidade para nós mesmosProduto & UX · jan 2020Dicas de Front-End para usabilidade, acessibilidade, performance e responsividadeProduto & UX · fev 2025Ver tudo em Produto & UX → e experiência do usuário.
- Big Data↳Big data16 conteúdosResolvendo desafios de Big Data com Ciência de Dados na UberData · abr 2019Segurança “Data-Driven”: como big data e IA estão redefinindo a detecção de ameaças em tempo realDevSecOps · jan 2026USP lança MBA em Inteligência Artificial e Big DataAI · mar 2024Ver tudo em Data →/Analytics e Segurança: Veremos um enorme aumento do uso de analytics na área de segurança. Streams de dados, típico de Big Data, serão mais rigidamente verificados. Isso é fruto de uma nova postura de segurança dos usuários ao se conectarem às aplicações. Essa visão irá não apenas proporcionar uma melhor experiência como permitir uma melhor compreensão sobre o uso e o desempenho das aplicações.
- Consumidores mais bem informados e cautelosos: Em 2016, os consumidores serão mais seletivos quanto ao tipo de informação que permitem ser analisado pelas empresas. O outro lado dessa moeda é que exercerão sobre elas mais pressão para a adoção de medidas de segurança mais robustas. O ano de 2015 viu um aumento inédito dos ataques cibernéticos – desde empresas de telecomunicações e de varejo até governos e a Internet das Coisas (IoT). Com frequência, os dados do cliente da corporação atacada é que sofreram a violação e caíram em mãos perigosas.
- O crescimento dos ataques cibernéticos patrocinados por governos: Neste tipo de ataques, a questão é que os hackers possuem os recursos quase ilimitados de um país inteiro, tornando praticamente impossível a sua prevenção. Mas, seguindo a melhor prática, determinando o risco, identificando os elementos de missão crítica que se precisa proteger e implementando contramedidas adequadas, os países terão uma probabilidade muito maior de repelir ou sufocar um ataque.
Há uma grande expectativa sobre os aprimoramentos e inovações tecnológicas que virão em 2016. Não devemos, porém, nos esquecer do que a experiência nos ensinou e de como podemos aprender com ela – particularmente no tocante a violações da segurança cibernética↳Segurança171 conteúdosCibersegurança no Brasil: 6 passos para sair da estagnaçãoDevSecOps · jul 2025O papel do CISO para transformar a cibersegurança em uma alavanca de reputação para as empresasDevSecOps · mar 2024Itaipu Parquetec e Exército Brasileiro realizam exercício de cibersegurança em BrasíliaDev (Back & Front) · set 2025Ver tudo em DevSecOps →, trabalho móvel e infraestrutura de rede. O mundo à nossa volta está mudando rapidamente, devido, em grande parte, às possibilidades oferecidas pela tecnologia. É fácil empolgar-se com as inovações e esquecer-se dos riscos envolvidos ou do que o usuário realmente quer e necessita.
A chave é prever o que está por vir e implementar uma estratégia clara para assegurar que o seu negócio esteja sempre um passo à frente.






