Nuvem privada reina no mercado brasileiro de cloud
Até dezembro, 66% das corporações brasileiras devem usar pelo menos uma oferta de cloud computing.

O Brasil abraçou a computação em nuvem↳Cloud30 conteúdosGerenciamento de infraestrutura multicloud com Kubernetes proporciona otimização e economiaDevSecOps · set 2021Vivo assina contrato para aquisição da IPNET e cresce em cloud computingDevSecOps · ago 20245 tendências da computação em nuvem para as empresasDevSecOps · abr 2022Ver tudo em DevSecOps → e está começando a descobrir o big data↳Big data16 conteúdosResolvendo desafios de Big Data com Ciência de Dados na UberData · abr 2019Segurança “Data-Driven”: como big data e IA estão redefinindo a detecção de ameaças em tempo realDevSecOps · jan 2026USP lança MBA em Inteligência Artificial e Big DataAI · mar 2024Ver tudo em Data →, revela um estudo da Frost&Sullivan, realizado com 313 empresas brasileiras.
Até dezembro, 66% das corporações brasileiras devem usar pelo menos uma oferta de nuvem, enquanto 42% planejam investir na tecnologia, sendo que 25% delas investirão pela primeira vez. O relatório aponta que 41% das empresas no Brasil já utilizam a computação em nuvem.
A pesquisa também indica que, enquanto a maioria das empresas no País opta pelo modelo de nuvem privada, prevê-se que o modelo híbrido vai comandar a atenção significativa nos próximos anos. Essa tendência está em linha com a percepção crescente de que a melhor opção de implantação – on-premise, privado ou público – depende da solução em consideração.
Apesar de as empresas brasileiras terem uma melhor compreensão do conceito de computação em nuvem, elas ainda se preocupam com a falta de confidencialidade dos dados – segurança para investir em computação em nuvem, infraestrutura, conectividade e acordo de nível de serviço foram citados pelos respondentes como os critérios mais importantes para a seleção de provedores de computação em nuvem.
“Prestadores de serviços de computação em nuvem devem conscientizar os clientes dos esforços que fazem para aumentar a segurança dos dados, por exemplo, obtendo certificação”, salienta o analista de mercado da Frost & Sullivan, Guilherme Campos. “Eles também devem assegurar que os clientes entendam que seus dados estarão seguros e inacessíveis a outras empresas”, completa.
Se cloud avança, o mercado brasileiro de big data analytics ainda não está maduro – são poucas as empresas que já investiram nessas soluções e estão mensurando os resultados. Mas a repercussão sobre o big data chamou a atenção das empresas do País. Até o final de 2015, mais de 34% delas terão iniciado investimentos em big data analytics.
“Apenas 10% das empresas entrevistadas usam big data analytics, indicando que essas soluções têm uma prioridade menor na agenda do CIO quando comparadas com cloud computing e outras tecnologias”, disse Guilherme Campos, analista senior de TI da Frost & Sullivan.
“A falta de consenso do que realmente é big data junto com a falta de profissionais especializados no mercado são atualmente os principais desafios desse mercado, o que explica o fato de 35% dos entrevistados não terem nenhum plano de começar a investir nessas soluções nos próximos dois anos”, completa o analista.
O uso de diferentes taxonomias pelos provedores de big data complementa essa falta de entendimento entre os clientes, mas o cenário tende a melhorar. Já em 2015, 29% das empresas pretendem fazer investimentos em big data, sendo que a maior parte (24%) investirá em big data analytics pela primeira vez.
Com informações de Convergência Digital
Antecipando o movimento do ReData, LetsCloud anuncia segunda expansão em Fortaleza impulsionada por demanda recorde
Em um movimento que reforça sua visão estratégica e liderança de mercado, a LetsCloud, plataforma global de computação em nuvem, anuncia hoje a segunda









Redação iMasters





