Novo bug pode deixar aparelhos Android em “estado de coma”
Bug atinge as versões do Android 4.3 (Jelly Bean) até a 5.1.1 (Lollipop), o equivalente a mais da metade de todos os aparelhos com Android em uso hoje.

Especialistas da empresa de segurança Trend Micro descobriram uma nova falha no Android↳Android46 conteúdosAndroid push notifications com Quasar Framework, Firebase e integração com WordPressDev (Back & Front) · mai 2019O X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas - Parte 02: AndroidDev (Back & Front) · abr 2019Modularização de AndroidDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) → que praticamente inutiliza dispositivos equipados com versões mais recentes da plataforma. É como se o gadget ficasse em “estado de coma persistente”.
Segundo os especialistas, o bug atinge as versões do Android 4.3 (Jelly Bean) até a 5.1.1 (Lollipop), o equivalente a mais da metade de todos os aparelhos com Android em uso atualmente.
O problema afeta diretamente o serviço “media server”, usado pelo Android para indexar arquivos de mídia armazenados no dispositivo. Acontece o seguinte: ao tentar processar um arquivo corrompido usando o container Matroska, de vídeos em MKV, a ferramenta trava e leva junto todo o sistema. O erro ainda não tem conserto e, apesar de não comprometer diretamente informações pessoais do dono, estas podem ser perdidas para sempre, já que o bug obriga o usuário a dar um reset no aparelho.
A companhia de segurança até publicou um vídeo que mostra o bug em funcionamento. No exemplo, ao tentar executar um vídeo no formato MKV logo após clicar no comando Crash, a interface do aparelho fica lenta até não responder a nenhum toque na tela. Além disso, a vulnerabilidade afeta sons, chamadas e notificações de aplicativos, que são desativados e, se a tela do smartphone ou tablet for bloqueada, ela fica assim permanentemente.
Ainda de acordo com a Trend Micro, a falha pode ser explorada de duas formas: pela instalação de apps maliciosos que contenham esse tipo de arquivo ou através de sites feitos especificamente para afetar os celulares.
O primeiro caso pode ser uma arma poderosa nas mãos de cibercriminosos que espalham ransomware, um tipo de malware que sequestra o sistema por completo e cobra um valor de “resgate” para liberar o aparelho. A segunda situação também é crítica, pois o usuário precisa acessar apenas um link contendo um arquivo corrompido embutido no HTML para travar o dispositivo.
A Trend Micro afirma que encaminhou detalhes sobre a falha de segurança ao Google em maio deste ano, mas empresa classificou a brecha como “prioridade baixa”. No entanto, a companhia não informou se foi disponibilizada uma correção para o problema.
Com informações de Canaltech










Redação iMasters





