Grupo hacker pró-WikiLeaks ataca sites e tem contas de redes sociais excluídas
Na última quarta-feira, um grupo hacker que apoia o WikiLeaks, chamado Anonymous, promoveu ataques de negação de serviço (DDoS) aos sites da Visa e do Mastercard como forma de protesto, já que as empresas impediram que seus clientes doassem dinheiro para a ONG WikiLeaks. Essa ação ficou conhecida como Operação Payback e resultou em tráfego lento nos sites e até impedimentos em operações das empresas.
O grupo fez outra vítima nessa madrugada, o PayPal, promovendo o mesmo tipo de ataque à instituição financeira, deixando o site indisponível por várias horas.
Diante disso, as redes sociais Twitter e Facebook baniram as contas do grupo das redes sociais, já que nelas eles encontravam um ambiente para atrair adeptos e para organizar os ataques. No microblog, a conta do grupo tinha mais de 15 mil seguidores, e a do Facebook, mais de 10 mil fãs.
Agora, os membros do grupo passaram a concentrar suas ações no anônimo 4chan, no qual se especula que a próxima vítima possa ser o Twitter.
O WikiLeaks é uma organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia, que reúne, em seu site, posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas de governos ou empresas, sobre assuntos sensíveis. Recentemente, as informações vazadas incluíam documentos secretos do governo norte-americano, envolvendo as guerras do Iraque e do Afeganistão e a violação de correspondência da diplomacia americana, o que causou uma grande repercussão. Seu fundador, Julian Assange, foi preso em Londres, na terça-feira, acusado de crimes sexuais.
Anthropic a US$ 2 trilhões e a conta que a IA ainda precisa fechar
Anthropic avalia uma abertura de capital que pode levar a empresa a US$ 2 trilhões. Especialistas ouvidos pela Época NEGÓCIOS tratam o movimento como teste








Redação iMasters





