Empresas brasileiras se unem para vender software nos EUA
Um grupo de empresas nacionais se uniu para formar
uma companhia nos Estados Unidos e vender diretamente para o mercado
norte-americano. A expectativa dos participantes é faturar
US$ 200 milhões naquele país até 2008 e aumentar
suas receitas em 30% nos próximos três anos.
No total, são 15 empresas sediadas em três
diferentes regiões do Brasil, que faturaram aqui, juntas,
em 2002, R$ 1,19 bilhão e empregaram cerca de 11 mil pessoas.
O grupo teve apoio do Instituto de Tecnologia de São Paulo.
O principal alvo da nova companhia é o segmento
financeiro, composto por bancos, seguradoras, administradoras
de cartão de crédito e corretoras de títulos,
que se constitui em um dos maiores mercados consumidores de TI
do mundo. O investimento das empresas no projeto é de US$
10 milhões, cerca de 1/3 do investimento necessário
a ser aportado.
O primeiro passo foi a formação de
um grupo que se denominou Next Núcleo de Exportação
de Tecnologia. Segundo Neissan Monadjem, coordenador do comitê
executivo do Next, a idéia de fundar juntos uma grande
empresa possibilita oferecer serviços de maior valor agregado,
mostrando que o Brasil tem know-how, criatividade, competitividade
em custos de mão-de-obra e que é líder em
alguns segmentos, como o mercado financeiro, com ênfase
nas aplicações on-line em bancos.
Fazem parte do grupo a Apyon, Cimcorp, CINGO, CPM
Tecnologia, Disoft, E-Safetransfer, Extol, Impactools, Linkware,
Open Concept, Paradigma, Politec, Software Design, Stefanini e
W3Pro.
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IA aplicada à depuração ganhou um recurso novo no LangSmith, anunciado pela LangChain em 14 de outubro. A função se chama Busca por IA.





Redação iMasters





