Cinco habilidades necessárias para se tornar expert em virtualização
A virtualização vem se provando a grande tendência das empresas nos últimos anos e, passada a fase mais ácida da crise econômica mundial, deve-se destacar em 2010 como uma das tecnologias estratégicas de crescimento. Os equipamentos físicos passam a se comportar como software, permitindo acessar remotamente pastas, programas, e-mails etc., e possibilitando relevante corte de custos e redirecionamento de recursos humanos para o core business da empresa.
Como tudo que é novo, não há grandes experts no assunto. Mas, na hora de recrutar mão-de-obra especializada, algumas virtudes e habilidades podem fazer toda a diferença – tanto para o profissional que as detêm, como para a empresa que o contratará. Eis os cinco pontos principais a serem avaliados:
- Prática (experiência);
- Arquitetura de TI;
- Armazenamento virtual;
- Segurança Virtual;
- Heterogeneidade.
Quando se avalia a experiência profissional com foco em determinada tecnologia, principalmente quando essa tecnologia é relativamente nova, muitos candidatos apresentam um certificado como se ele fosse a prova viva e inquestionável do seu conhecimento. Mas as empresas não buscam apenas pessoas providas de certificados, embora eles tenham seu valor garantido. O que se busca são aqueles profissionais que – às vezes até de forma autodidata – detêm maior intimidade com o universo virtual, que já estiveram envolvidos na construção ou na gestão de uma infraestrutura de TI.
A habilidade de compreender perfeitamente a infraestrutura tecnológica é o segundo ponto principal, relacionado à arquitetura de TI. Isso porque o mínimo que as empresas esperam é poder contar com um ambiente estável, eficiente e flexível. Mas desse profissional se espera mais. Espera-se que, estando a par e alinhado com as estratégias de expansão do negócio, ele possa projetar um ambiente virtual que atenda as necessidades prementes e antecipe cenários a curto, médio e longo prazo.
O armazenamento é um dos principais componentes da virtualização. Dominar o conhecimento necessário para lançar mão de interfaces entre servidores virtuais e um armazenamento mais simples certamente fará a diferença na tomada de decisões. Afinal, todo o conhecimento produzido e as informações estratégicas têm de estar disponíveis por meio de acesso facilitado e de modo seguro.
Falando em segurança, esse é outro ponto que tem de ser bem dominado pelo candidato a expert em virtualização. Não se trata apenas de garantir que o sistema NOC (Network Operation Center) emita alertas de falhas ou possíveis interrupções de links, roteadores e servidores, agilizando correções realizadas remotamente. É preciso garantir a segurança da rede local e de todo o conteúdo armazenado através das ferramentas mais adequadas.
Por fim, ao mencionar a heterogeneidade como uma das virtudes necessárias aos profissionais de TI especializados em virtualização, reforço a necessidade de se ter uma ampla visão de mercado e das soluções disponíveis. Não basta ser especialista em apenas uma marca ou um fabricante. Os clientes esperam que esse profissional seja capaz de agir como um consultor e fazer uma análise mais sólida, com base no conhecimento do que há disponível no mercado e que atenda perfeitamente às suas necessidades reais. Quem reunir essas cinco habilidades poderá ainda não ser um expert em virtualização, mas certamente se destacará no mercado de trabalho.
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Fábio Akita relata como redesenhou seis sites com Google Stitch, Claude Code e Codex em cerca de um dia. A partir da experiência, analisa a automação do trabalho mecânico no front-end, os limites das revisões por agentes de IA e as mudanças na carreira dos desenvolvedores, com foco em fundamentos técnicos, julgamento e aprendizado contínuo.








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José Carlos Macoratti





