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Steps to the light: os pilares de cultura empresarial como metaverso particular

Steps to the light: os pilares de cultura empresarial como metaverso particular
Imagem: Mateus Hernandes Rodrigues

Definir o termo cultura é um trabalho difícil para todos. Por ser adaptável conforme o  espaço e tempo, salienta-se sua transacionalidade conceitual, isso porque há vários  significados, como para a agricultura é um, para a biologia é outro, para a filosofia mais um e  assim por diante. Mas todas tem em comum o sentido de crescer. Crescemos quando  entendemos o que somos. Crescemos quando encontramos nossos semelhantes. Crescemos  quando percebemos no que somos bons. Crescemos quando entendemos nossas  competências e a usamos para o bem. Ou seja, ao identificar nossa própria cultura e o valor  que ela tem: crescemos. 

Esse olhar é semelhante na importância quando se fala em cultura organizacional ou  culture code, que seria o código de cultura interno. Uma pesquisa realizada pela Universidade  Duke, por exemplo, com mais de 5 mil executivos americanos e europeus, apontou que a  maioria deles, 90%, entende que pensar em cultura é importante para o crescimento dos  negócios e que isso impulsiona os bons resultados. 

A percepção de que esses valores não foram construídos, mas sim ganharam nome, é  o primeiro fator de estruturação. No Grupo DB1, são 20 anos da construção de um nome na  história no mercado de tecnologia da informação e desenvolvimento de software que foram  agregados em uma estrutura única, singular e superior. A difusão interna de um código de  cultura nos colocou em um posicionamento bom e exemplar, no que tange ao assunto. 

Mas como foi feito? Qual o segredo do sucesso? Steps to the light. Na tradução ao pé  da letra, Passos para luz. Dentro do Grupo DB1 temos a função de ajudar os colaboradores a  identificar sua luz interna, o que a simboliza, e ajudamos a encontrá-la e entende-la. Sob os  pilares: Be fair, do right, don’t hide; Do awesome things; Locus of control; You matter; Team  Spirit; Energy e To infinity and beyond, o culture code resume e extrai aquilo que há de melhor  em nós e, consequentemente, como isso nos ajuda a ganhar dinheiro. 

Be fair, Do right, Don’t hide, é agir com ética e transparência. É ser justo e construir  sua credibilidade e confiança. Do awesome things? Entrega de valor. O que fizer, faça com  qualidade e excelência. Com o Locus of Control, empondere-se. Comprometa-se. Tenha  autonomia para trabalhar, mas assumindo as suas responsabilidades e as responsabilidades  pelo todo, identificando que você tem influência direta pelo que está a sua volta. You matter é sobre valorização das pessoas. Sobre desenvolver o seu eu profissional e humano. Team  Spirit? Que tal trabalharmos orientados à missão? Ser amigo, camarada e sempre com  feebacks do seu trabalho. Energy, até porque aqui sua intensidade conta muito, para se fazer  resiliente e, o principal, te permitir curtir toda a jornada. E To infinity and beyond, pois a meta  é evoluir, sempre reconhecendo que errar faz parte e que um problema pode ser uma bela  oportunidade. 

Isso quer dizer que o nosso código de cultura sempre existiu, ele sempre fez parte de  quem somos desde o momento inicial. O que mudou, para gente, foi perceber que criar um  culture code de fato nos permitiu elencar o que temos de melhor e o que podemos  desenvolver dentro de uma relação saudável. Isso também nos permite escolher trabalhar  com quem entende ou bate com nossa sintonia. Faz sentido? Essa é uma pergunta que  sempre vai ter por aqui. Se faz sentido para nós e para os nossos clientes, avançamos.

Mas como manter viva a cultura organizacional dentro de uma empresa? No Grupo  DB1, a receita é constância e feedback. Internamente, isso pode ser medido ou ofertado por  meio de sistema de apadrinhamento, permitindo assim a evolução conjunta, o repasse de  informações e uma mentoria que reflete na formação profissional; PDI, o famoso Plano de  Desenvolvimento Individual, capaz de permitir ao colaborador o reconhecimento da  necessidade de uma evolução técnica e pessoal, conforme o que tem alinhado para sua vida;  análises de desempenhos; feedbacks constantes e até aquela festa de final de ano, que pode  não parecer, mas agrega na relação e na vontade de um colaborar entregar a sua melhor  versão. 

Se basear no que as pessoas têm de melhor a oferecer é o exercício básico para  treinamento da cultura organizacional. E essa é uma avaliação que pode ser feita desde o  processo de admissão. Sabe aquele fit cultural que tantos falam? Ele deixa de ser um relatório  a se preencher e passa a ser o reconhecimento do que há de bom nas pessoas e como elas  podem ajudar. O porquê de ser tão forte no case DB1 é a formação diária, que só quem faz  parte vai entender e perceber o quanto existe essa força que nos impulsiona. 

A identificação cultural não se resume a um processo interno. Afinal, sua empresa tem  um motivo, tem um público-alvo e no final das contas, tem o propósito de vender soluções,  seja um serviço, um produto ou uma informação. A própria adequação do posicionamento da  DB1 como um grupo especialista nos ecossistemas de E-commerce, Fintechs e Transformação  Digital faz parte dessa evolução contínua e auto-entendimento englobados no pilar To infinity  and beyond

Falando em pilares de cultura, para ir ao infinito e além não pode ter medo de errar.  Comercialmente falando, o papel de uma empresa também é tentar cativar seu cliente com  a cultura organizacional utilizada e trazer o porquê contratar e o porquê internamente  funciona e pra ele também vai fazer sentido. Pois nossos valores não se resumem às relações,  mas eles estão em cada etapa de trabalho. Até porque, para dar certo, no negócio não deve  haver uma separação entre o seu cliente e equipe a corporativa da sua empresa. Todos são  um só, em busca de um mesmo resultado, mesmo que com alguns interesses que divergem,  mas se encontram e refletem no resultado de uma boa parceria. 

Então, a todo momento você vai perceber o Grupo DB1 se posicionando dessa forma:  levando um pouco da cultura. E é isso o que acreditamos que funciona na prática. Dentre os  pilares que formará seu culture code, há também o processo que te permitirá ter a  proximidade exata com seu cliente, para comparar processos, negociar novas práticas,  repensar modelos, participar de todos os tramites, enfim, dar uma opinião diferente. É a  liberdade de dizer: “não vamos fazer assim porque lá na frente vai dar pau”. 

Com a mistura de Locus of control e Do awesome things está a oportunidade de  mostrar o diferencial e assumir a responsabilidade. “Eu me responsabilizo pela entrega”. Esse  é o pulo do gato: você não ter medo de fazer intervenções e persuasões responsáveis, que  provocam negociações importantes para os clientes. Isso gera resultados e você tem a  capacidade de abrir a cabeça das pessoas para o novo. E com cases e expertise, fica mais fácil  fazer isso. 

Mas vamos à prática disso tudo, pensando no mercado. Tem muito cliente que quer  mudar de Scrum para o Kanban, por exemplo, porque ele lê em algum lugar que é legal e  pensa que isso vai fazer sentido para ele. Mas a mudança de um processo também precisa  estar alinhada com o nível de maturidade que o time tem que estar, pensando no 

entendimento do próprio papel na linha de produção. Não é simples cuidar. “Ah, mas  precisamos trocar porque o futuro é pra lá”. Ok, mas você está preparado para isso? É a  melhor hora? Existem algumas ferramentas, rodas de agilidade, que exigem um nível de  maturidade da equipe. E ainda temos que pensar que muitos dos nossos clientes não são  especialistas no ramo. E-commerces, saneamento, agronegócio, são exemplos em que o  produto não é a tecnologia de fato, mas sim o meio. Como na BRK Ambiental, Plaenge, Kyani,  Senac, Brainstorm Academy, Biolab Sanus e Sancor. 

É fácil ganhar o dinheiro do cliente e fazer o que ele está querendo. Mas mais que  dinheiro, queremos a confiança e credibilidade. Isso é ser Be fair, do right, don’t hide. Agir  com transparência. Quando o Grupo DB1 fala em ser uma empresa para durar gerações  também é sobre passar gerações ajudando seus clientes. É dessa forma que acreditamos que  deve ser e que a coisa funciona. 

Mas o que tudo isso tem a ver com metaverso? Se esse novo conceito de mundo  tecnológico vem com a ideia de unir o físico com o digital e permitir que um seja a extensão  do outro, faça da sua cultura o seu metaverso particular. Afinal, se sua motivação  mercadológica não é trazer o seu cliente pra perto de você e fazer da sua empresa uma  extensão de soluções para o mundo dele, vamos ter que voltar do início. 

Profissional com quase 10 anos de atuação na área de desenvolvimento de software. Possui experiência em gestão de projetos, gestão de portfólio, operações internacionais, Nearshoring e Transformação Digital. Graduado em Engenharia de Produção e Gestão de Projetos pela Universidade Estadual de Maringá e Especialização em Gestão de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas é fluente em inglês e integra o time da DB1 Global Software por mais de 9 anos. Atua hoje como Head of International Operations da unidade.

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