Vendas de tablets no segundo trimestre superam 1,9 milhão de unidades no Brasil
IDC Brasil revela que os tablets superaram os desktops e encostaram nos notebooks em participação no mercado de computadores.
Segundo um relatório da IDC Brasil referente ao segundo trimestre de 2013 no segmento de tablets, de abril a junho, foram comercializados 1,92 milhão desses dispositivos no país, o que representa um crescimento de 151% em relação ao mesmo período no ano passado. Com esse desempenho, os tablets conquistaram ainda mais espaço no mercado de computadores, chegando a 35% do total e sendo superados apenas pelos notebooks, que responderam por 38% das vendas no trimestre, enquanto os desktops foram 27%.
Em relação ao sistema operacional, 95% dos tablets comercializados no período rodavam Android↳Android46 conteúdosAndroid push notifications com Quasar Framework, Firebase e integração com WordPressDev (Back & Front) · mai 2019O X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas - Parte 02: AndroidDev (Back & Front) · abr 2019Modularização de AndroidDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) →, contra 68% no segundo trimestre de 2012. A fatia de equipamentos de baixo custo, com preço de até R$ 500, dominou as vendas no período, com 55% do total. O preço médio dos tablets caiu de R$ 968 no segundo trimestre de 2012 para R$ 628.
“Apesar do domínio dos equipamentos mais baratos, vale a pena salientar que os fabricantes estão fazendo investimentos para melhorar a qualidade e evitar a frustração dos consumidores. Em médio prazo, isso deve levar a uma elevação no preço médio dos tablets”, avalia Pedro Hagge, analista da IDC.
De acordo com ele, a expectativa de vendas de tablets no mercado brasileiro em 2013 foi revisada para cima – estima-se que serão 7,2 milhões de unidades, 120% a mais do que o registrado em 2012. No final do primeiro trimestre, a projeção era de 5,9 milhões de unidades neste ano.
“O Brasil é um mercado em ascensão para os tablets, com grande parte dos usuários comprando seu primeiro dispositivo. Nosso mercado continua muito sensível a preços, e os tablets são acessíveis para o poder aquisitivo do consumidor brasileiro, representando uma opção viável de sistema para uso básico e acesso à Internet”, diz o analista.
Embora os usuários domésticos sejam os principais compradores de tablets – 82% no segundo trimestre -, o mercado corporativo cresceu no período, e o setor de educação tem se destacado com grandes projetos, como o ProInfo, do MEC. Em pouco menos de um ano, já foram entregues mais de 600 mil máquinas para escolas públicas.
Hagge aponta como possível tendência no segmento corporativo os dispositivos com Windows. “A entrada do Windows no mercado de tablets pode acelerar a adoção desses dispositivos pelas empresas, ao permitir a compatibilidade com aplicações corporativas para uso por trabalhadores remotos e também no próprio escritório”, conclui o analista.
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Redação iMasters




