Primeiro dia de Campus Party é de adaptação
Isso envolveu a chegada ao camping, o registro de equipamentos, a conexão com a Internet e muito calor.
O primeiro dia de Campus Party Brasil 2014 foi de adaptação, envolvendo a chegada ao camping, o registro de equipamentos, a conexão com a Internet e muito calor. Alguns campuseiros que chegaram cedo se diziam insatisfeitos com a rede local, enquanto outros passaram horas nas filas aguardando a autorização para chegar às barracas. Segundo a organização do evento, foi apenas de um desconforto inicial, até que tudo se organize nos próximos dias.
A assessoria de imprensa do Campus Party Brasil afirmou que as reclamações sobre problemas de conexão e infraestrutura devem cessar em breve. O grupo entende que o primeiro dia de evento serve para que os campuseiros possam se instalar nas áreas de campings e montar seus computadores nas mesas disponíveis em bancadas espalhadas por toda a extensão do Anhembi Parque.
Técnicos da Fundação Vanzolini fornecem ajuda aos campuseiros que estiverem com dificuldades de rede e problema com os cabos durante todo o evento e tiram dúvidas.
Com rumores de que a estrutura do evento não suporte as possíveis chuvas, há o receio de cair água nos computadores. A organização do evento afastou a preocupação dos participantes com a possibilidade de chuvas e goteiras sobre as dezenas de bancadas. De acordo com a assessoria, há um plano de contingência caso seja necessário. E não há previsão de chuva forte nos próximos dias.
Para ajudar a superar o calor, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) trouxe cinco pontos que funcionam 24 horas com o abastecimento de água potável para hidratar os campuseiros que trouxeram garrafinhas e copos reutilizáveis. A iniciativa se soma aos vários ventiladores espalhados pelo pavilhão.
No primeiro dia de evento, o processo de entrada dos que acampam na Campus Party Brasil aconteceu em etapas: primeiro, o campuseiro pegou o crachá e fez a identificação necessária para ter acesso ao local; depois, passou pelo raio-X e pelo detector de metais por medida de segurança; em seguida, fez o credenciamento dos equipamentos eletrônicos como notebooks, monitores, CPUs e consoles que foram registrados e adesivados para maior controle – houve uma extensa fila nessa etapa; por fim, o campuseiro finalmente pegou a pulseira de acesso – só assim foi possível ter acesso ao camping onde estão cinco mil barracas que podem comportar oito mil participantes.
Com informações de Techtudo
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Redação iMasters






