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Linux corporativo ganha isolamento remoto e inventário no Defender

Linux ganhou o Microsoft Defender em desktops, em prévia pública voltada a times técnicos. Veja recursos, distribuições compatíveis.

Linux corporativo ganha isolamento remoto e inventário no Defender
Imagem: Redação iMasters

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A empresa mira desenvolvedores, engenheiros de software e times de segurança que usam o sistema no dia a dia.

Vale o aviso sobre acesso. Contudo, como a oferta atende o mercado corporativo, o uso exige licença específica. Usuários domésticos, portanto, ficam de fora.

O motivo declarado para cobrir o desktop

O argumento vai além dos arquivos locais. A empresa aponta o que essas máquinas alcançam.

Entram repositórios de código, ambientes de nuvem e ferramentas internas de desenvolvimento.

Além disso, a lista segue com contêineres, repositórios privados e pipelines de integração e entrega contínua.

Consequentemente, um ataque a uma dessas estações vira ponto de partida. A partir dali, o invasor tenta alcançar outros sistemas.

Até agora existia uma lacuna clara. Empresas monitoravam servidores com a ferramenta, enquanto os desktops ficavam fora da cobertura.

Linux recebe os mesmos recursos da versão de servidor

A implementação reaproveita a base existente. A versão de servidor, disponível desde o Defender para Endpoint, serve de fundação.

Os recursos entregues cobrem quatro frentes. Além disso, a primeira traz antivírus e identificação de atividade maliciosa.

A segunda reúne identificação de falhas de segurança e inventário dos dispositivos monitorados.

A terceira interessa a quem responde incidente. Ela permite pesquisar eventos e atividades suspeitas para entender como o problema aconteceu.

A quarta entrega ação remota. Isolar um dispositivo comprometido entra nessa categoria.

As distribuições compatíveis e o licenciamento

No entanto, a instalação usa os mesmos pacotes e métodos da versão de servidor. Logo, a lista de distribuições permanece idêntica.

Entram Ubuntu, Debian, Fedora, Red Hat Enterprise Linux, CentOS e CentOS Stream, além do Amazon Linux e outras.

Do lado comercial, três opções habilitam o recurso. São o Defender for Endpoint Plano 2 em licença autônoma, o Microsoft 365 E5 e o Microsoft 365 E7.

Linux na estratégia da Microsoft desde 2019

Esse movimento dá sequência a uma expansão antiga. Ela começou em meados de 2019.

O objetivo declarado trata de centralização. Além disso, a empresa busca reunir a proteção de ambientes corporativos em uma plataforma única.

O começo aconteceu no macOS. No ano seguinte, chegaram versões para iOS↳iOS38 conteúdosO X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas – Parte 01: iOSDev (Back & Front) · abr 2019Desenvolvedores: Apple libera terceiro beta do iOS 12.4Dev (Back & Front) · mai 201910 bibliotecas que todo desenvolvedor iOS deve substituir ainda em 2024Dev (Back & Front) · out 2024Ver tudo em Dev (Back & Front) → e Android, junto do Defender para Endpoint nesse sistema.

O que pesar antes de adotar na sua estação

Primeiro, considere o impacto em desempenho. Varredura constante em máquina de build costuma cobrar seu preço.

Segundo, avalie exclusões com cuidado. Diretório de dependências e cache de compilação merecem tratamento específico.

Terceiro, pense no isolamento remoto. Esse recurso ajuda bastante em incidente, ainda assim exige processo claro para evitar parar trabalho legítimo.

Além disso, teste em prévia antes de distribuir. Prévia pública significa comportamento sujeito a mudança.

Por fim, revise o inventário real. Muita equipe descobre nesse momento quantas máquinas estavam fora de qualquer monitoramento.

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