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PHP Experience 2019: PHP e Segurança: sim, é possível

Na segunda palestra do primeiro dia do PHP Experience 2019, Diana Arnos falou sobre a relação entre a linguagem e segurança.

PHP Experience 2019: PHP e Segurança: sim, é possível
Imagem: Redação iMasters

Na segunda palestra do primeiro dia do PHP Experience 2019, Diana Arnos falou sobre a relação entre a linguagem e segurança. Uma velha questão que ronda o PHP↳PHP44 conteúdosPadronizando seu código com PHP CS FixerDev (Back & Front) · mai 2019Docker de imagem. Para rodar projetos PHP em menos de 30 segundosDev (Back & Front) · jan 2026PHP 7.3: conheça as novidades desta versãoDev (Back & Front) · abr 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) →. E ela afirma: é possível!

Diana, que é desenvolvedora conhecida por sua paixão pelo PHP, falou sobre como o tema é mal tratado pela comunidade e profissionais. “A gente viu que as pessoas usam mal o PHP e a segurança também!”, afirmou. Ainda que ela seja a linguagem mais usada na web pelos sites mais populares do mundo.

Em 23 de março deste ano, cerca 79% da web era feita com PHP, de acordo com os dados apurados pela própria palestrante.

Mas ela apurou também que os sites mais acessados ainda preferem usar Java e ASP .NET. Logo, os sites que mais precisam se atentar sobre a questão da segurança, trabalham com outras linguagens. “Ainda que a comunidade esteja trabalhando, se arme de argumentos válidos, desconstruir o preconceito com PHP é algo bem difícil. Tanto nos próprios desenvolvedores, quanto nas empresas”, lamentou.

O motivo de tanto preconceito? Ela pontua que o argumento é que a linguagem é mal construída e insegura. “Mas a linguagem é construída em C. Não é uma questão de ser mal construída… O pessoal usa exemplos do PHP 4 para falar sobre insegurança. Não se dão ao trabalho de olhar as novas versões, as atualizações”.

A famosa equação “Baixa curva de aprendizado + Facilidade de lidar com as requestes = Sobrinhos” é uma das responsáveis pela permanência deste preconceito na comunidade. “Em contrapartida, a comunidade tem boas práticas, estuda melhorias, pratica, trabalha em cima disso…”.

Ela, recorrendo ainda aos números que apurou, viu que desses 80% de PHP na internet, 70% é PHP 5, ou seja, algo antigo – visto que a linguagem está em 7.3. Versão essa para a qual nem existe suporte mais ou tem atualizações. Com isso, vê-se o porque desta ideia do PHP ser inseguro: o que está disponível na internet realmente é, porque é antigo!

Na imagem abaixo, veja a porcentagem de cada versão da linguagem que está hoje disponível na web:

Ela trouxe ainda o site XPTO que mostra as maiores vulnerabilidades (quais, o que causam, onde estão) na web, que apontam algumas sobre o PHP. E a pergunta que ela fez, deixando a reflexão para o público foi: quem está trabalhando nesses sites? Quem não atualiza essas versões? Quem permite que esses sites permaneçam inseguros?

Depois, ainda com a platéia reflexiva, Diana apresentou as melhorias do PHP na última versão, como performance, e as boas práticas que a comunidade tem pregado, dando dicas para o público que resultará em um projeto mais seguro!

E assim, encerramos o ciclo de palestras do primeiro dia do PHP Experience 2019. Amanhã, as atividades do evento começam às 09h, aqui na sede do iMasters, no Developer Hub.

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