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Novo programa do governo quer levar Internet a 95% da população brasileira

Programa vai fornecer uma velocidade média de conexão de 25 Mbps, e o número de acessos na banda larga fixa e móvel deve chegar a 300 milhões.

Novo programa do governo quer levar Internet a 95% da população brasileira
Imagem: Redação iMasters

O Ministério das Comunicações lançou ontem o programa Brasil Inteligente, que tem como objetivo garantir o acesso à banda larga de alta velocidade para 95% da população e aumentar de 53% para 70% o número de municípios cobertos com redes de fibras ópticas até 2018.

Parte de uma nova fase do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), o programa vai fornecer uma velocidade média de conexão de 25 Mbps, e o número de acessos na banda larga fixa e móvel deve passar de 206 milhões para 300 milhões.

Para atingir essa meta, o ministério vai utilizar R$ 400 milhões do orçamento para que os provedores instalem redes de banda larga em 1.00 municípios com menos de 100 mil habitantes.

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Também foi anunciado o programa Minha Escola Mais inteligente, que será desenvolvido pela Telebras, pelo Ministério das Comunicações e pelo Ministério da Educação e tem como meta conectar 30 mil escolas públicas urbanas e rurais com banda larga, Wi-Fi e acesso à media center. A iniciativa deve chegar a 20 milhões de alunos até 2019, priorizando as escolas com menor índice de avaliação e menor custo de implantação. Para essa etapa, está previsto um investimento de R$ 500 milhões do Ministério das Comunicações ainda este ano. Os recursos virão do leilão de sobras de frequências, realizado pela Anatel em janeiro, que arrecadou R$ 852 milhões. Mais R$ 1,5 bilhão será aplicado pelo Ministério da Educação até 2019, além da contrapartida de estados e municípios e aportes adicionais do Tesouro.

Por fim, o ministério anunciou a construção de seis cabos submarinos que ligarão o Brasil à Europa, à África e aos Estados Unidos com o objetivo de aumentar a quantidade de saídas de dados, fornecendo mais segurança às comunicações realizadas entre esses países e continentes. A medida deve reduzir em 20% o custo das conexões no Brasil, e estão previstos dois satélites geoestacionários para aumentar a cobertura em todo o País.

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