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No Brasil, somente 28% dos gestores de TI coletam dados não estruturados

Pesquisa da Cisco revelou que 60% dos entrevistados acreditam que o Big Data pode ajudar a melhorar a tomada de decisão e a competitividade.

De acordo com uma pesquisa global realizada pela Cisco, 60% dos entrevistados disseram acreditar que o Big Data↳Big data16 conteúdosResolvendo desafios de Big Data com Ciência de Dados na UberData · abr 2019Segurança “Data-Driven”: como big data e IA estão redefinindo a detecção de ameaças em tempo realDevSecOps · jan 2026USP lança MBA em Inteligência Artificial e Big DataAI · mar 2024Ver tudo em Data → pode ajudar negócios e países a melhorar a tomada de decisão e a competitividade global. Os participantes de China (90%), México (85%), Índia (82%), Brasil (79%) e Argentina (78%) foram os que mostraram mais confiança nos benefícios dos projetos Big Data.

Mais de dois terços dos gerentes de TI concordam que o Big Data será uma prioridade estratégica para suas empresas em 2013 e seguirá no topo das prioridades nos próximos cinco anos. As porcentagens mais altas foram encontradas em Argentina (89%), China (86%), Índia (83%), México e Polônia (ambos 78%). No Brasil foi de 76%.

Além disso, o levantamento apontou que, para aproveitar o big data, será preciso criar um plano estratégico – 38% do mundo e 32% dos brasileiros apresentaram essa percepção. O estudo também apurou que 73% dos entrevistados no mundo e 76% no Brasil disseram que o departamento de tecnologia de informação promoverá sua estratégia de Big Data. Entretanto, os entrevistados da pesquisa nos 18 países informaram que outras linhas de negócios também se juntarão à área de TI na liderança de Big Data, incluindo: Finanças (24%), Pesquisa e Desenvolvimento (20%), Operações (20%), Engenharia (19%), Marketing (15%) e Vendas (14%).

Com relação aos dados, a pesquisa apontou as seguintes fontes de informações mais comuns:

  • 74% no mundo e 81% no Brasil estão coletando dados atuais.
  • 55% no mundo e 66% no Brasil coletaram dados históricos.
  • 48% no mundo e 44% coletam dados de monitores e sensores.
  • 40% aproveitam dados em tempo real, que são usados e depois descartados. Os países com os usos mais altos de dados em tempo real foram: Índia (62%), EUA (60%) e Argentina (58%). No Brasil, apenas 35% aproveitam dados em tempo real, que são usados e depois descartados.
  • 32% no mundo e 28% no Brasil estão coletando dados não estruturados, como vídeo. Com 56%, a China está muito acima da média global de coleta de dados não estruturados.

Com informações de Convergência Digital

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