LinkedIn é acusado de hackear e-mail de usuários
Segundo uma acusação, site utilizou contas sem o consentimento de seus usuários para enviar mensagens que recomendavam o uso da rede social.
Na sexta-feira, o LinkedIn foi acusado de hackear o e-mail de seus usuários, num processo submetido a uma corte federal da Califórnia. Segundo a acusação, o site utilizou contas sem o consentimento de seus proprietários para enviar mensagens que recomendavam o uso da rede social.
“Se um usuário deixa uma conta de e-mail externa aberta, o LinkedIn finge ser essa pessoa e baixa os endereços contidos nessa conta para seus servidores”, diz a acusação, obtida pelo site AllThingsD.
A partir desses endereços, a rede utilizaria o nome do usuário hackeado para enviar e-mails de recomendação sem o seu conhecimento. Em entrevista ao Los Angeles Times, porta-vozes da rede social disseram que a acusação “não tem mérito”. Além disso, a rede social, por meio de Blake Lawit, diretor sênior de litígio da empresa, negou a acusação, e disse que deve esclarecer, em breve, a forma como acessa os contatos de seus usuários para evitar esse tipo de situação.
O LinkedIn é a principal rede para uso profissional no mundo, com mais de 225 milhões de usuários. Nela, é possível cadastrar currículos, criar recomendações para colegas de trabalho e buscar perfis profissionais.
Com informações de Info
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Redação iMasters





