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InterCon 2016: Serveless e os princípios de um novo paradigma de arquitetura de Apps

Entre as vantagens do Serveless está o custo de escalabilidade reduzido, já que você só paga por tempo de execução e memória despedida.

InterCon 2016: Serveless e os princípios de um novo paradigma de arquitetura de Apps
Imagem: Redação iMasters

Começou hoje o InterCon 2016, a maior conferência de desenvolvimento da América Latina. Este ano, o evento voltou às suas origens, falando diretamente com o desenvolvedor. Em dois, os participantes vão debater temas super atuais como realidade virtual, desenvolvimento para segunda tela, blockchain e computação cognitiva.

A terceira palestra foi a do José Papo, Developer Relations Manager for Latin America do Google, falando sobre Serveless e os princípios de um novo paradigma de arquitetura de aplicações.

 

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Papo fez um breve panorama sobre a computação de nuvem que começou com máquinas virtuais e depois evoluiu para plataformas como serviço e agora para o paradigma que vai além da plataforma como serviço. “Com o Serveless você nem precisa saber que está rodando servidores”, disse.

Ele explica que existem dois tipos de arquitetura para Serveless: o Backend↳Back-end49 conteúdosIntegração front-end com backend: 7 decisões que evitam caos entre APIs, BFF e GraphQLDev (Back & Front) · abr 2026Como criar uma FAKE API REST para testes — JSONPlaceholderDev (Back & Front) · set 2025Construindo um aplicativo de bate-papo de IA simples com Spring AI e AngularDev (Back & Front) · jul 2025Ver tudo em Dev (Back & Front) → as a Service e o Function as a Service.

No caso do Backend as a Service, os bancos de dados↳Banco de dados134 conteúdosSQL ou NoSQL: eis a questão!!Data · mar 2020Banco de dados: como organizar e dar segurança para milhões de dados de loteriasData · mai 20215 serviços gratuitos na cloud para bancos de dados PostgresData · fev 2025Ver tudo em Data →, serviços de Analytics, serviços de autenticação (Firebase) são acessíveis via APIs. A intenção do Google ao criar essa arquitetura foi facilitar e simplificar a programação para os desenvolvedores móveis. “O código fonte que acessa o serviço vive dentro da aplicação, ele não fica no servidor. Você não precisa ficar testando, configurando, escalando para vários nós… Acabou, você coloca uma linha de código e acabou”, disse Papo.

Já no caso do Function as a Service o processo não acontece dentro da aplicação do cliente, mas no servidor (do Google). O Google Cloud Functions, explica ele, serve para situações em que você precisa de customização e os servicos como o Firebase não conseguem atender. “É um novo paradigma e uma outra possibilidade de desenvolver aplicativos, onde o foco é no desenvolvedor e em reduzir as complexidades operacionais”, disse Papo.

Vantagens

Desvantagens:

  • Lock-in de provedores Cloud (mitigação através de frameworks open source como Serveless framework);
  • Repetição de lógica nas camas cliente, no caso de BaaS;
  • Sempre “stateless”;

Padrões arquiteturais

  • FaaS – BaaS + FaaS + API Gateway

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  • Nanoservices

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Veja a apresentação completa aqui:

Serverless: Um novo paradigma de arquitetura de aplicações – Exemplos com Firebase e Google Cloud Functions from Jose Papo, MSc

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