NOTÍCIA

Gartner lista dez tendências tecnológicas para 2012

De acordo com estudo recém-divulgado pelo Gartner, das dez áreas de TI que merecem mais atenção das empresas, mobilidade está em primeiro lugar. Isso porque ela força as empresas a prepararem o seu software de modo a disponibilizarem acesso às aplicações de todas as formas possíveis e promover a consumerização das TICs ou a abordagem “Bring Your own Device” (BYOD) ou “Bring Your own Technology” (BYOT).

Não por acaso, a segunda maior preocupação para a estratégica dos CIOs centra-se nas aplicações e interfaces e sua adaptação ao novo ambiente de mobilidade. O Gartner observa que os parâmetros válidos há 20 anos (baseados em janelas, menus e ícones) devem ser substituídos por tecnologias com enfoque na mobilidade, que incluem sistemas de interação por toque, por vídeo ou por voz, priorizando novos padrões como o HTML5↳HTML45 conteúdosA importância do HTML e CSS para quem trabalha com UI Design e Design SystemProduto & UX · dez 2024Como hostear seu site HTML gratuitamente com GitHub PagesDev (Back & Front) · jun 2025SQL Server – Como criar um versionamento de código das suas Stored Procedures em HTML e com comentários da alteraçãoData · nov 2020Ver tudo em Dev (Back & Front) →.

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Também relacionada com a mobilidade, está a quinta tendência a ser considerada pelos CIOs no próximo ano: as lojas on-line de aplicações. A App Store e o Android Market, em conjunto, deverão distribuir cerca de 70 mil milhões de aplicações móveis até 2014. Da perspectiva do ambiente corporativo, isso significa passar de um planejamento mais centralizado para uma abordagem na qual é necessário ter em conta um mercado onde existem vários fornecedores e aplicações. Assim as empresas terão de avaliar melhor os riscos e o valor que cada uma traz para a organização como um todo.

BI↳Business intelligence10 conteúdos10 motivos para adotar o Power BIData · jul 2020Metabase: Como ter um BI de alto nível sem gastar com licenças por usuárioDevSecOps · abr 20265 tendências em BI para serem implementadas agoraData · abr 2022Ver tudo em Data → e análise de dados

Muitas empresas já usam plataformas de Business Intelligence e soluções de análise de dados. Mas na verdade, diversos estudos têm mostrado que nem todas conseguem extrair o máximo de benefícios a partir delas. Por isso, existe ainda um longo caminho a percorrer nessa área. Considerando a conjuntura econômica, as empresas não podem deixar de investir em soluções capazes de permitir conhecer em profundidade as necessidades e o comportamento dos seus clientes.

Isso permite a cada uma delas responder de acordo com as necessidades de seus clientes, melhorando assim os negócios. Face à contenção nos orçamentos de investimento em TI, as empresas devem procurar extrair o máximo das soluções de BI que já têm. Nesse ponto, o enfoque no Big Data pode ser enganador.

A expressão Big Data é usada para reconhecer o crescimento exponencial de dados, a disponibilidade e o uso da informação em ambientes futuros. Esse conceito dá um peso indevido ao volume de informações a ser gerido, segundo o Gartner.

Muitos CIOs focaram-se simplesmente na gestão de grandes volumes de dados, esquecendo-se muitas outras dimensões relacionadas com a gestão da informação. Deixam no ar, assim, muitos desafios a serem abordados mais tarde, muitas vezes com maiores dificuldades. Questões de acesso e classificação de dados não podem ser negligenciadas. Caso contrário, segundo os analistas do Gartner, a empresa se verá obrigada a um novo investimento massivo – em dois ou três anos – para resolver problemas negligenciados quando da implantação de infraestrutura.

Nova fase para o modelo de cloud computing

Completam a lista compilada pelo Gartner as tecnologias in-memory, e os servidores de baixo consumo energético para cloud computing – a tendência mais comentada no mundo das TIC, desde que apareceu há cinco anos.

Apesar de ser um importante fator no setor das TIC, cloud computing ainda não está produzindo os resultados esperados. De acordo com estudo da Symantec, organizações que já investiram em tecnologias de virtualização e em plataformas de cloud, híbridas ou privadas, tendem a seguir um caminho semelhante: evoluir da virtualização de aplicações menos críticas para as mais importantes (como o e-mail e as aplicações de colaboração, de comércio eletrônico e da cadeia de abastecimento, bem como as de planejamento de recursos empresariais e de gestão das relações clientes).

Nesse sentido, mais da metade (59%) pretende virtualizar as aplicações de bases de dados ao longo dos próximos 12 meses. Cerca de 55% pretende virtualizar aplicações Web e 47% consideram virtualizar aplicações de correio electrónico e calendário. Apenas 41% tencionam virtualizar aplicações ERP, segundo o Gartner.

E, à medida que as tecnologias de virtualização e as clouds privadas são cada vez mais adotadas, o custo e o desempenho dos sistemas de armazenamento crescem de importância na hora de escolher um ou outro sistema. Mais da metade dos entrevistados pela Symantec (56%) afirmou que os custos de armazenamento aumentaram com a virtualização de servidores.

Portanto, as três principais razões para a implementação de virtualização de sistemas de armazenamento, incluem redução dos custos operacionais (55%), melhorias de desempenho dos sistemas de armazenamento (54%), e melhorias do potencial de recuperação de desastres (53 %). Embora a tendência seja imparável, a implantação real de cloud computing nem sempre satisfaz os critérios previamente estabelecidos. O estudo observa ainda que os projetos de virtualização de servidores são os mais bem sucedidos.

Normalmente, existe uma diferença média de 4% entre os objetivos propostos e os alcançados. É uma diferença muito menor do que a registada para os sistemas de virtualização de armazenamento, em torno de 33%, com grandes decepções em termos de capacidades de escala, flexibilidade e redução dos custos operacionais.

Com informações de ComputerWorld

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