G1 começa bem, mas precisa melhorar
Bela tentativa de celular, Google. Tenha mais sorte da próxima vez.
Essa parece ser a máxima sobre a entrada do gigante das buscas no mercado de dispositivos móveis. Mas enquanto o Android↳Android46 conteúdosAndroid push notifications com Quasar Framework, Firebase e integração com WordPressDev (Back & Front) · mai 2019O X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas - Parte 02: AndroidDev (Back & Front) · abr 2019Modularização de AndroidDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) → não atrai multidões de consumidores como faz o iPhone, da Apple, ele oferece ótimas opções para usuários que querem de um celular mais do que a possibilidade de fazer chamadas.
O G1, fabricado pela HTC e vendido pela T-Mobile, parece mais um modelo antigo de celular, com formato de barra e tela deslizante que revela um teclado.
O design, criado por Andy Rubin, pai do Android, parece menos futurista que o iPhone, mas o teclado QWERTY fornece uma experiência mais próxima do computador de mesa para usuários que não gostam do teclado virtual do aparelho da Apple, especialmente quando se trata de escrever mensagens mais longas
O celular tem funções similares às do aparelho da Apple, como um software de navegação pela web completo, vem equipado com acesso à loja online de mídia, jogos e software e possui um player de música.
Para analistas, o G1 ainda deixa a desejar em ferramentas típicas de smartphones, como e-mail corporativo.
“Este é um aparelho importante, mas precisa haver mais nele”, disse Michael Gartenberg, analista da Jupitermedia que descreveu o celular como um “bom primeiro passo” depois do lançamento, enquanto fazia uma lista de recursos que o G1 precisa para as próximas versões.
Os próximos modelos do celular do Google poderiam ter uma interface de usuário completamente nova, uma vez que a empresa abriu o sistema operacional para desenvolvedores independentes. Tanto a T-Mobile quanto a HTC já têm planos para oferecer mais aparelhos baseados nos sistemas Google.
O G1 vem nas cores branco, preto e marrom e é 20 dólares mais barato que o iPhone – custa 179 dólares em um contrato de dois anos. Por enquanto, o aparelho será distribuído apenas nos EUA pela T-Mobile a partir de 22 de outubro.
Avi Greengart, analista da Current Analysis, resume o G1: “Não há nada nele que não esteja disponível de alguma forma em alguns dos outros aparelhos concorrentes”, disse o analista. “Mas, ao mesmo tempo, está tudo lá apresentado de uma forma muito boa e com um ótimo preço.”
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Redação iMasters




