Famílias de vírus para Android cresceram 270% nos últimos 12 meses
Estudo elaborado pela F-Secure revelou que o número de ameaças virtuais focadas em dispositivos móveis continua crescendo em proporções gigantescas. A pesquisa mapeou as principais pragas voltadas para o ambiente móvel no primeiro trimestre de 2012.
Ao todo, foram contabilizadas 37 novas famílias e variações de aplicativos maliciosos para a plataforma Android↳Android46 conteúdosAndroid push notifications com Quasar Framework, Firebase e integração com WordPressDev (Back & Front) · mai 2019O X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas - Parte 02: AndroidDev (Back & Front) · abr 2019Modularização de AndroidDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) →, contra apenas dez registradas no mesmo período de 2011. Já o número de ameaças presentes em pacotes de aplicativos do tipo APK (Android Application Package Files) saltou de 139 para 3.069 nos últimos doze meses, ou seja, um incrível crescimento de 2.100%.
O estudo aponta ainda que os vírus do tipo “Trojan” (cavalo de Tróia) foram responsáveis por 84% das ameaças disseminadas no período. Outra constatação é que quase 70% das amostras coletadas de novos tipos de malwares para plataformas móveis foram criadas com o intuito de extrair dados de usuários que possam ter algum valor comercial, tais como senhas bancárias, números de cartões de crédito, informações cadastrais etc.
“Um dos pontos que mais chama atenção nesse levantamento é o nível de sofisticação alcançado pelos autores desses vírus. Muitos desses malwares realmente entregam o que prometem. Por exemplo, no caso de um game, será realmente instalada uma cópia do jogo no dispositivo. Isso dificulta a percepção do usuário de que na verdade ele está sendo vítima de um crime cibernético”, explica Ascold Szymanskyj, Vice-presidente de vendas e operações da F-Secure para a América Latina.
“Por isso é fundamental que os usuários se conscientizem da importância de ter no smartphone e no tablet o mesmo nível de proteção que existe no PC. O risco de contaminação é exatamente o mesmo e as organizações criminosas estão trabalhando nisso, justamente devido ao maior grau de vulnerabilidade desses dispositivos e pela despreocupação e desconhecimento dos usuários em relação a estes riscos”, completa.
Com informação de Olhar Digital






Redação iMasters





