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Estudo: mais da metade da web está comprometida

Grande parte dos sites mais visitados pelos internautas hospeda scripts ou direciona o usuário, inadvertidamente, para páginas com conteúdo perigoso. Isso não é novidade, mas a continuidade do problema assusta os especialistas.

Pesquisa da Websense relata que a maioria dos usuários da internet está exposta a conteúdo malicioso, principalmente o contido em sites antes “confiáveis”, como redes de relacionamento e grandes portais de notícias. O estudo abrange o período dos últimos seis meses.

A surpresa reside na informação de que até mesmo sites idôneos, que deveriam oferecer o mínimo de segurança aos usuários, estão infectados (e não sabem disso). Segundo o MacWorld, endereços como Cnet.com e Yahoo.com apresentariam algum tipo de código malicioso.

Na lista também entram blogs do Google e o YouTube, diz Stephan Chenette, gerente do Websense Security Labs. Ele afirma que “75% do conteúdo perigoso reside em sites comuns”.

A preferência por utilizar redes de relacionamento e o YouTube para a difusão do mal é clara, devido ao crescente uso dessas ferramentas. Segundo o The Register, Carl Leonard, gerente de pesquisa de segurança da Websense, afirma que além de código perigoso há também ataques de injeção de SQL↳SQL64 conteúdosSQL Server – Como evitar SQL Injection?Data · mai 2019Azure SQL DB Managed InstanceData · abr 2019SQL Server – Como evitar SQL Injection? Pare de utilizar Query Dinâmica como EXEC(@Query)Data · abr 2019Ver tudo em Data → (SQL Injection Attacks) ou de código de scripts (PHP↳PHP44 conteúdosPadronizando seu código com PHP CS FixerDev (Back & Front) · mai 2019Docker de imagem. Para rodar projetos PHP em menos de 30 segundosDev (Back & Front) · jan 2026PHP 7.3: conheça as novidades desta versãoDev (Back & Front) · abr 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) → Injection e ASP Injection, por exemplo) e que 29% das ocorrências consistem em roubo de informações.

Embora brasileiros e chineses sejam amplamente culpados pela conduta criminosa, metade dos roubos direcionam as informações obtidas para sistemas localizados nos EUA. Apenas 6% retornam dados para a China e 4% para o Brasil.

Por outro lado, a pesquisa também mostra que houve uma queda na utilização de kits de desenvolvimento de código malicioso, além da redução do spam de imagens: “parece que os filtros estão funcionando bem”, fala Tom Cross, da IBM, ao site Computer World. Segundo dados da empresa, que também realiza um levantamento da periculosidade da internet, 90% do spam mundial agora se baseiam em links.

Pesquisas como essa não são novidade, mas é interessante notar que todas elas sempre apontam para o mesmo problema: a internet é insegura e algumas das falhas mais antigas perduram por anos sem ter solução. Um resumo do relatório publicado pelo Websense pode ser conferido aqui em inglês. Uma tradução aproximada pode ser encontrada aqui.

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