E-commerce prevê faturamento de R$ 1,3 bilhão no Dia das Mães
A data é a segunda melhor para o varejo brasileiro.
De acordo com a ABComm, Associação Brasileira de Comércio Eletrônico↳E-commerce21 conteúdosECBR Club: novo espaço para devs se conectarem ao ecossistema de e-commerceDev (Back & Front) · mai 2025TOTVS anuncia joint venture com VTEXMarketing Tech · mai 2019Jovens da Brasilândia recebem formação gratuita em tecnologiaGestão Dev & TI · jul 2025Ver tudo em Marketing Tech →, o faturamento do e-commerce no Brasil entre os dias 24 de abril a 10 de maio deve alcançar R$ 1,3 bilhão. A data, o Dia das Mães, é a segunda melhor para o varejo brasileiro.
“Esperamos um Dia das Mães muito satisfatório para o comércio eletrônico. O e-commerce em geral vem crescendo muito, com o aumento da confiança dos e-consumidores, as lojas online estão cada vez mais preparadas para atender as grandes demandas das datas sazonais, com preços atrativos e entregas bem coordenadas”, afirma Maurício Salvador, presidente da ABComm. Entre as categorias de destaque estão eletrodomésticos, moda e saúde e beleza.
Segundo a e-bit, as vendas no comércio eletrônico brasileiro em 2013 devem atingir R$ 28 bilhões, crescimento de cerca de 24% sobre os R$ 22,5 bilhões faturados em 2012. Em 2011, o setor faturou R$ 18,7 bilhões. Em 2012, foram realizados 66,7 milhões de pedidos, um volume 24,2% maior do que o registrado no ano anterior. Conforme a e-bit, 42,2 milhões de pessoas já fizeram, ao menos, uma compra on-line no Brasil. O tíquete médio em 2012 fechou em R$ 342.
O ponto fraco do comércio eletrônico são as reclamações. Em março, o governo lançou o Plano Nacional de Consumo e Cidadania, no qual criou novas normas para controlar as vendas pela Internet. Pelo decreto, as empresas serão obrigadas a criar canais de atendimento ao consumidor para as vendas e o pós-venda e estabelecer procedimentos claros sobre o direito de arrependimento para a desistência da compra (de até 7 dias).
Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), as principais reclamações contra o setor no país são a falta de um canal para atendimento, questões sobre o prazo de entrega e até mesmo a falta de identificação do fornecedor como CNPJ e endereço físico da empresa.
Com informações de Convergência Digital






