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Brasil sedia data center para nuvem pública da IBM na América Latina

A IBM mantém a estratégia de apostar na oferta de serviços na nuvem pública na América Latina. Apesar de não adiantar cronograma de ativação do projeto, o diretor de cloud computing↳Cloud30 conteúdosGerenciamento de infraestrutura multicloud com Kubernetes proporciona otimização e economiaDevSecOps · set 2021Vivo assina contrato para aquisição da IPNET e cresce em cloud computingDevSecOps · ago 20245 tendências da computação em nuvem para as empresasDevSecOps · abr 2022Ver tudo em DevSecOps → da IBM Brasil, José Luis Spagnuolo já disse à imprensa que Hortolândia, em São Paulo, deverá ser responsável pelo data center para a oferta de serviços públicos de cloud.

“Já temos vários serviços na nuvem pública, entre eles, o de colaboração, BPM e segurança na Web, mas queremos ampliar ainda mais esse portfólio”, diz Spagnuolo, sem entrar, porém, em detalhes. Hoje a IBM possui data centers neste modelo nos Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Cingapura e Japão.

O executivo sustenta que a computação na nuvem já se transformou numa diretriz para a área de Tecnologia. “Não há mais volta. Ela é uma ruptura como foram o mainframe, o PC e a Internet”, diz. Além disso, afirma Spagnuolo, está cada vez mais sendo observada – e adotada – por áreas voltadas para o negócio. “Os CMOs (marketing) e os CFO (finanças) já enxergam cloud como ferramenta efetiva de produtividade e de ganho de recursos. Esse processo alavanca os planos do CIO”.

Ele admite, no entanto, que ainda falta maturidade. “Esse ciclo só deve ser alcançado no final do ano que vem”, diz. E destaca a segurança como o ponto mais crítico. “Há temores claros tanto na nuvem privada como na pública”. Ciente da necessidade de minimizar o aspecto segurança para aumentar a adoção da tecnologia, a IBM está lançando uma série de novos serviços, o principal deles, o voltado para a gestão e administração dos dispositivos móveis na nuvem.

“A mobilidade é uma realidade e lidar com tantos sistemas operacionais é complexo. Vamos cuidar dessa parte para os gestores”, afirma Spagnuolo. E a preocupação com a aplicação tem razão de ser. Segundo dados da ISS, empresa de segurança da IBM, 75% dos ataques são voltados para as aplicações. Apenas 25% estão sendo direcionados para a infraestrutura.

Com informações de Convergência Digital

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