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Brasil melhora posição em ranking de cloud computing mundial

De acordo com uma análise da BSA, que avaliou o cenário internacional de políticas de computação em nuvem↳Cloud30 conteúdosGerenciamento de infraestrutura multicloud com Kubernetes proporciona otimização e economiaDevSecOps · set 2021Vivo assina contrato para aquisição da IPNET e cresce em cloud computingDevSecOps · ago 20245 tendências da computação em nuvem para as empresasDevSecOps · abr 2022Ver tudo em DevSecOps →, o Brasil ficou em 22º lugar no ranking, contabilizando 44,09 pontos, entre as 24 economias líderes em TI. A posição representa uma melhora em comparação com a posição inicial de 24º lugar no ano anterior, quando o país tinha terminado na última colocação, com 35,06 pontos.

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O estudo levou em consideração leis e diretrizes nacionais em sete áreas críticas para o desenvolvimento de um mercado de nuvem globalmente integrado.

“É encorajante observar o Brasil subindo na classificação por meio da adoção de políticas que estimulam a inovação em nuvem, mas sempre existem oportunidades de melhoria,” declarou o diretor da BSA no Brasil, Frank Caramuru. “É essencial que o país, por meio de legislação específica, se empenhe em concretizar melhorias na área de privacidade de dados e, além disso, atue na solução de falhas no campo da proteção à propriedade intelectual e que trabalhe na atualização das leis de direitos autorais, de modo que abarquem melhor as novas tecnologias e contribuam na redução dos índices de pirataria online, a fim de melhorar ainda mais sua posição e estimular o crescimento da nuvem global.”

O país que mais subiu no ranking foi Singapura, atualmente na quinta colocação, que saltou cinco posições ao adotar uma nova lei de privacidade que inspira confiança entre os usuários e ao mesmo tempo promove inovação comercial. O estudo indica que o Japão permanece na liderança da classificação global, com uma ampla plataforma de leis apoiando o comércio digital. A Austrália permanece na segunda posição, e os EUA subiram para a terceira colocação, deixando a Alemanha no quarto lugar.

Segundo o levantamento, o progresso em políticas relativas à nuvem emperrou em muitos dos maiores mercados de TI no mundo. Em especial, todos os seis países de União Europeia abrangidos pelo estudo perderam posições na classificação. Outros estão efetivamente se desligando do mercado global, com políticas especialmente danosas na Coreia, na Indonésia e na China.

A classificação completa incluindo os 24 países e conclusões detalhadas do Brasil estão disponíveis neste link.

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