Big data triplicará a exigência de banda nas redes nas corporações
Levantamento mostra que 33% dos gestores de TI assumem que suas infraestruturas de rede não estão preparadas para suportar o impacto.
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Ainda de acordo com o estudo da Cisco sobre o impacto global do big data nos negócios corporativos, os países mais preocupados com o incremento do tráfego de rede são a China – 68% – e a Alemanha – com 60%. No Brasil, esse índice fica em 48%.
A pesquisa também revela que há muito por fazer até lá. Isso porque somente dois em cada cinco entrevistados – 40% -relataram estar prontos para enfrentar esse aumento de tráfego de rede. No Brasil, esse índice cai para 33%. Com relação à contratação de mais banda, 18% dos gestores de TI do país assumem que vão ter de ir ao mercado para buscar mais recursos. No mundo, esse percentual sobe para 21%.
O estudo apura ainda que um em quatro entrevistados (23%) espera que as cargas de suas redes tripliquem nos próximos dois anos. Expectativa para 32% dos entrevistados no Brasil. Somente dois em cada cinco entrevistados (40%) relataram estar prontos para um aumento no tráfego de rede. No Brasil 33% dos entrevistados têm esta percepção. Mais banda e mais rede estão ligadas ao chamado ‘dilúvio’ de dados, sustenta o levantamento da Cisco. No estudo, os CIOs relataram como estão coletando, hoje, suas informações:
- 74% no mundo e 81% no Brasil estão coletando dados atuais;
- 55% no mundo e 66% no Brasil coletaram dados históricos;
- 48% no mundo e 44% coletam dados de monitores e sensores;
- 40% aproveitam dados em tempo real, que são usados e depois descartados. Os países com os mais altos usos de dados em tempo real foram: Índia (62%), EUA (60%) e Argentina (58%). No Brasil somente 35% aproveitam dados em tempo real, que são usados e depois descartados;
- 32% no mundo e 28% no Brasil estão coletando dados não estruturados, tais como vídeo. Com 56%, a China encontra-se muito acima da média global de coleta de dados não estruturados.
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Redação iMasters





