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Quanta informação cabe no Google?

Usamos sistemas colaborativos e da tecnologia da informação e comunicação (TICs) no nosso dia-a-dia. Eles estão cada vez mais presentes, mas nem sempre os percebemos. Quer um ótimo exemplo de plataforma colaborativa gratuita, no estilo da Wikipedia? O Google!

E como não poderia deixar de ser, eu, na qualidade de nerd e geek alternativo, fiquei meditando e questionando o tamanho da base de dados do Google, sem contar no tamanho da sua influência em nossas vidas (alguém aí ainda vive sem o Google? Eu, não!).

Esse meu momento filosófico, tecnológico, questionador teve início quando disponibilizei algumas fotos no Picasa Web, em seguida alterei o layout do meu blog e publiquei um post e, depois, enviei um e-mail pelo Picasa Web notificando meus amigos sobre o novo álbum. Tudo isso, num clique do mouse, fácil e rápido.

Fiquei encantada e pensei no incrível poder da tecnologia da informação, dos sistemas colaborativos e do Google, que nos permitem editar e disponibilizar dados, imagens e vídeos na Web com a maior facilidade. Outra coisa que chamou muito minha atenção é o tamanho da base de dados do Google e como eles conseguem administrá-la.

Pense que eu, uma única pessoa, tenho uma conta no Gmail, onde armazeno e categorizo os meus e-mails, tenho um blog onde publico texto, vídeo e fotos, sem contar o Picasa e o Orkut.

E fui mais além no meu “devaneio”: eu não sou a única! Além de mim, são milhões e milhões de usuários espalhados pelo mundo inteiro. Some toda essa informação… haja banco de dados para suportar tudo isso!

O mais louco/incrível/surreal/assustador é que nós, usuários, não pagamos nada por todos esses e muitos outros serviços. E o Google está lá, sempre descobrindo coisas novas, ganhando mais dinheiro, investindo em novas tecnologias e desenvolvendo mais serviços interessantes e gratuitos.

Outro fato curioso é que não só o Google, mas todas as aplicações da tecnologia da informação e da comunicação e os sistemas colaborativos estão presentes na nossa vida e se tornaram tão naturais que chegam a ser indispensáveis; eles já fazem parte da nossa rotina diária. Quando não conseguimos acessá-los, nos sentimos desprovidos de informação e ilhados (eu pelo menos me sinto ilhada quando não consigo acessar meu e-mail, o blog, enfim, a Internet de uma forma geral).

Toda essa tecnologia permite, de certa forma, uma democracia da informação e do conhecimento, pois nos dá a liberdade de expressão e os meios necessários para expressar nossas idéias, pensamentos sentimentos. Nos permite interagir com outras pessoas, opinar e questionar. É simplesmente sensacional!

E, ao pensar em tudo isso, em toda a tecnologia que temos à disposição, em como é fácil compartilhar nossa vida com os outros, via internet, uma outra reflexão me veio: qual será o tamanho da base de dados do Google? Como disse no início, esse não é um post técnico. E eu não vou me atrever a tentar explicar isso. Mas vou consultar meus companheiros nerds e geeks e tentar entender a parte técnica que envolve o gerenciamento de grandes/enormes bases de dados!

Aluna especial do mestrado em Ciências Humanas e Sociais, da UFABC, cursando a matéria Propriedade intelectual, criatividade e políticas de inovação. Pós-graduada, em MBA com Excelência em Gestão de Projetos e Processos, pelo Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (2012). Formada em Ciência da Computação, pela FASP (2006) e Tecnóloga em Automação de Escritórios, pela Fatec-SP (2000). Trabalha atualmente na CAS Tecnologia, como Analista de Sistema, atuando como interface entre o cliente final e a área técnica efetuando o levantamento de requisitos, análise, elaboração da especificação funcional, casos de uso, diagrama de atividades, protótipos e desenho de fluxos de processos. Possui experiência na especificação funcional de projetos que incluem soluções de comunicação, dados, gerenciamento de operações, integração de software e interfaces. DESTAQUE: Participação em projetos de desenvolvimento de sistema para concessionárias de energia elétrica, desde distribuição e geração, envolvendo Energia Eólica e Energia Solar. Na CAS, trabalhou também como Analista de Qualidade, elaborando e executando planos de testes utilizando a estratégia de teste de caixa preta, com prioridade para as categorias funcionais, de desempenho, confiabilidade, usabilidade e segurança. Elaboração e execução de testes de regressão. Experiência na implantação e na homologação em ambiente de qualidade (Windows, Linux e AIX) de Sistemas Web utilizando Servidor Web Tomcat e Banco de Dados Oracle.

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