O poder do curtir
Em minhas aulas, eu sempre falo sobre um dado muito interessante e que parece bobeira, mas devemos respeitar ao máximo: quase 70% das pessoas gostam quando outras pessoas curtem seus posts. As pessoas gostam quando recebem atenção. Marcas, façam isso!
Em minhas aulas, eu sempre falo sobre um dado muito interessante e que parece bobeira, mas devemos respeitar ao máximo: quase 70% das pessoas gostam quando outras pessoas curtem seus posts. Agora imagina quando a marca que esse consumidor segue, gosta, é fã ou consumidor curtir um post seu?! Qual o ganho no relacionamento? Enorme! As pessoas gostam quando recebem atenção. Marcas, façam isso!
O motivo desse artigo vai muito ao encontro desse primeiro parágrafo. Certa vez recebi um estudo, repassado por minha grande amiga Bianca Toniol, analista de mídias sociais de um importante e-commerce no Brasil. O estudo mostra o quanto as “curtidas” influenciam compras, uma pesquisa feita nos EUA, mas que pode ser uma tendência para o Brasil.
A pesquisa mostrou que “apenas” 75% das pessoas que compram regularmente no online clicam em links de produtos que seus amigos postaram ou também clicaram, e “apenas” 50% desses consumidores online compraram o que seus amigos indicaram. Me lembro que na faculdade (isso em 2000), meu professor nos disse que iríamos estudar quatro anos para saber que a propaganda que realmente funciona é a boca-a-boca. Imagina se o professor Luis Barco conhecesse o Facebook, Twitter, Orkut, Sonico, entre outros. Cerca de 81% das pessoas compartilham os produtos que consomem nas redes sociais; olhe agora na sua timeline do Facebook e veja quantas marcas ou produtos estão circulando por lá.
Segundo Darby Williams, vice-presidente de marketing da Sociable Labs, empresa que fez a pesquisa, “os varejistas podem incentivar esse tipo de compartilhamento de informações dos produtos adquiridos em seu site, elevando a significância desses comentários, e direcionando as visitas de referência, aumentando as chances de conversão de visitas em compras. O compartilhamento social pode ser uma das melhores ferramentas para qualquer varejista online”.
Em resumo ao que Williams disse, é preciso incentivar as pessoas a falar nas redes das marcas. Tenho acompanhado de perto as marcas de mais sucesso nas redes e visto que a conversa não existe, assim como, analisando algo que parece óbvio mas é importante, as marcas que falam só dela tem poucos likes ou cometários. As piadas, mesmo que nada a ver com a marca, são melhores aceitas e isso é está claro: o brasileiro gosta de rir! Para chorar, a gente lê o caderno de política.
Está na hora de abrirmos os olhos para o conceito social; para o relacionamento. Ninguém se relaciona com quem não conversa. Marcas, vamos pensar nisso!







