W3C segue com plano de DRM desenvolvido por Google, Microsoft e Netflix
As EME permitem que os distribuidores de conteúdo integrem interfaces DRM aos players em HTML5.
Embora esteja enfrentando manifestações de entidades que se opõem à imposição de restrições aos direitos dos usuários sobre o conteúdo digital, na sexta-feira, o W3C publicou a primeira versão preliminar da descrição das Encrypted Media Extensions (EME).
As EME permitem que os distribuidores de conteúdo integrem interfaces DRM aos players em HTML5↳HTML45 conteúdosA importância do HTML e CSS para quem trabalha com UI Design e Design SystemProduto & UX · dez 2024Como hostear seu site HTML gratuitamente com GitHub PagesDev (Back & Front) · jun 2025SQL Server – Como criar um versionamento de código das suas Stored Procedures em HTML e com comentários da alteraçãoData · nov 2020Ver tudo em Dev (Back & Front) →. A iniciativa está sendo desenvolvida conjuntamente por Google, Microsoft e Netflix, e se baseia em módulos (que podem ser plugins para navegadores) para decodificar o conteúdo.
O Google foi um dos primeiros a dar suporte para o DRM no HTML5 e, além de participar ativamente do desenvolvimento da proposta de padrão para o W3C, e já incorporou o EME a produtos seus na linha de navegadores e de sistemas operacionais.
Apesar da oposição, o gestor do W3C defendeu o conceito das EMEs. Para ele, é melhor que o conteúdo protegido esteja circulando na própria Open Web do que em ecossistemas externos, como Flash, Silverlight e outros atualmente em uso. Para ele, um pouco de abertura e padronização é melhor do que nenhuma.
Com informações de BR-Linux
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Redação iMasters





