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Roubo de dados aumenta 2.100% no Brasil em 12 meses

De acordo com a IBM, os ataques maliciosos foram a causa primária e mais cara das violações de dados, indo de R$ 175,00 para R$ 225,00 de um ano para cá.

Roubo de dados aumenta 2.100% no Brasil em 12 meses
Imagem: Redação iMasters

O relátorio “Cost of Data Breach Study 2016”, da IBM, trata sobre o custo médio de violação de dados no Brasil e revelou que o país está entre os países mais vulneráveis no quesito segurança da informação↳Segurança171 conteúdosCibersegurança no Brasil: 6 passos para sair da estagnaçãoDevSecOps · jul 2025O papel do CISO para transformar a cibersegurança em uma alavanca de reputação para as empresasDevSecOps · mar 2024Itaipu Parquetec e Exército Brasileiro realizam exercício de cibersegurança em BrasíliaDev (Back & Front) · set 2025Ver tudo em DevSecOps →.

De acordo com a IBM, os ataques maliciosos foram a causa primária e mais cara das violações de dados, indo de R$ 175,00 para R$ 225,00 de um ano para cá (o prejuízo das empresas no País passou de R$ 3.96 milhões para R$ 4.31 milhões). Nas empresas entrevistadas, constatou-se que 40% dos incidentes envolveram uma tentativa maliciosa ou criminosa. Além disso, funcionários ou organizações que negligenciam a segurança de seus dados representaram 30% de todas as violações, enquanto os outros 30% foram causadas por falhas humanas.

Segundo o líder de Serviços de Segurança da IBM Brasil, André Pinheiro, esse cenário mostra que as empresas precisam se conscientizar ainda mais quanto à Segurança da Informação. “Essa pesquisa atesta que estar um passo à frente dos criminosos digitais deixou de ser algo apenas desejável e passa a ser obrigatório para a sobrevivência das organizações”, afirma Pinheiro.

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Viu-se também que custos pós-violação de dados cresceram. Os serviços de proteção, por exemplo, aumentaram de R$ 1.23 milhão em 2015 para R$1.32 milhão em 2016. Os gastos diretos com atividades como o envolvimento de peritos forenses subiram de R$ 103,00 para R$ 110,00. Já os indiretos, que incluem tempo, esforço e outros recursos organizacionais, passaram de R$ 43,00 para R$ 115,00 em 2016.

O estudo, que entrevistou 33 companhias brasileiras de 12 setores diferentes no período de dez meses.

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