Relatório aponta que número de ataques DDoS caiu, mas eles estão maiores
O estudo fala sobre mudanças na frequência, tamanho e tipo de ataque DDoS que a empresa observou nos primeiros meses deste ano.

A empresa de segurança da informação↳Segurança171 conteúdosCibersegurança no Brasil: 6 passos para sair da estagnaçãoDevSecOps · jul 2025O papel do CISO para transformar a cibersegurança em uma alavanca de reputação para as empresasDevSecOps · mar 2024Itaipu Parquetec e Exército Brasileiro realizam exercício de cibersegurança em BrasíliaDev (Back & Front) · set 2025Ver tudo em DevSecOps → Verisign publicou nesta semana seu relatório Distributed Denial of Trends para o primeiro trimestre de 2017. O estudo fala sobre mudanças na frequência, tamanho e tipo de ataque DDoS que a empresa observou nos primeiros meses deste ano.
O número de ataques DDoS caiu 23% em relação ao trimestre anterior. Isso é bom, mas o tamanho médio do ataque de pico aumentou quase 26%, tornando-os muito mais potentes na remoção de sites e infraestrutura online crítica – o que é ruim.
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O relatório também observou que os ataques são sofisticados e usam vários tipos de ataque diferentes para derrubar um site. Enquanto 43% usam apenas um vetor de ataque, 25% utilizam usam dois, e 6% usam cinco.
O levantamento da Verisign também fala sobre o maior ataque DDoS observado pela empresa no primeiro trimestre – foi um ataque multivetor que atingiu o pico de 120 Gbps, e com um throughput de 90 Mpps. Os criminosos estavam usando vários tipos de ataque diferentes, e eles foram capazes de sustentar o ataque durante um longo período de tempo. Isso mostra que o invasor tem recursos, seja para criar ou alugar uma botnet desse tamanho e para sustentar um ataque durante duas semanas.
Para o site The Next Web, o fato de os ataques DDoS terem aumentado em potência não é uma surpresa. Eles estão ficando cada vez maiores, e podem facilmente conectar dispositivos inseguros da Internet das Coisas (IoT) a suas botnets. O botnet Mirai, por exemplo, que derrubou Dyn no ano passado, e com ele grande parte da Internet, consistia de centenas de milhares de produtos de IoT inseguros.
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Redação iMasters





