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Primeiro smartphone com Ubuntu não terá loja de aplicativos

A informação veio de Richard Collins, gerente de produtos da Canonical, em entrevista ao Engadget.

Segundo a Canonical, o primeiro aparelho a ser lançado com o Ubuntu Phone não terá, inicialmente, uma loja de aplicativos. Isso mesmo, você só poderá usar os aplicativos pré-instalados no sistema.

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A informação veio de Richard Collins, gerente de produtos da Canonical, em entrevista ao Engadget. Segundo ele, o primeiro smartphone com o Ubuntu, que deve ser lançado apenas em 2014, focará em usuários iniciantes e contará apenas com software pré-instalado.

“Em termos de estratégia para nosso primeiro produto direto para o mercado, a intenção não é ter uma loja cheia de aplicativos que acabaram de ser feitos disponíveis para download. Nós temos uma estratégia muito bem definida para uma fatia do mercado na qual os usuários estão primariamente interessados em usar um pacote inicial de aplicativos”.

Em outra parte da entrevista, Collins também avisa que o Ubuntu Phone não rodará aplicativos do Android↳Android46 conteúdosAndroid push notifications com Quasar Framework, Firebase e integração com WordPressDev (Back & Front) · mai 2019O X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas - Parte 02: AndroidDev (Back & Front) · abr 2019Modularização de AndroidDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) → e dá uma cutucada bem de leve nos desenvolvedores:

“Muitos desenvolvedores Android já usam Ubuntu em suas máquinas, e nós temos uma grande afinidade com eles. Nós pretendemos encorajá-los a fazer com que seus aplicativos Android rodem no Ubuntu, mas não vamos criar nenhum ‘middleware’ para rodar aplicativos Android. Desenvolvedores são inteligentes e plenamente capazes de fazer seus aplicativos rodarem em nossos dispositivos.”

Isso não quer dizer que os primeiros aparelhos com Ubuntu Phone nunca terão uma loja para que você possa baixar os mais diversos aplicativos, mas sim que o foco da Canonical não é esse. No momento, o plano é orientar os desenvolvedores e migrar o máximo possível de aplicativos, e só então abrir uma loja.

Por Paulo Graveheart

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