Pesquisadores colocam aplicativo malicioso para iPhone na App Store
Objetivo foi testar o processo de aprovação da Apple para aceitar ou reprovar a entrada de novos apps na App Store.
Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Georgia (GIT), Estados Unidos, criaram um aplicativo com o objetivo de testar o processo de aprovação da Apple para aceitar ou reprovar a entrada de novos apps na App Store.
Os desenvolvedores Tielei Wang e Billy Lau descobriram que a Apple “executou” o app, chamdo de “Jekyll”, durante alguns segundos e que a intenção maliciosa não foi detectada pela avaliação.
Em comunicado enviado à revista “MIT Technology Review”, a Apple afirmou que após a descoberta fez mudanças em seu sistema.
O experimento foi realizado em março deste ano, e o aplicativo ficou somente alguns minutos no ar. Apenas os próprios pesquisadores instalaram o aplicativo, que prometia oferecer notícias do próprio Instituto de Tecnologia da Georgia.
Entretanto, o “Jekyll” tinha capacidade para receber comandos e realizar várias funções, como publicar mensagens no Twitter, tirar fotografias, capturar o identificador do dispositivo, enviar e -mail ou SMS e interferir em no funcionamento de apps instalados no celular.
Segundo os pesquisadores, o objetivo é demonstrar que o processo de avaliação da Apple, baseado em uma análise por amostragem dos aplicativos, não é suficiente para detectar comportamentos maliciosos que podem ser ativados por um app de forma “dinâmica”.
Esta não foi a primeira vez que um aplicativo com fins maliciosos é listado na App Store. Em 2011, o pesquisador Charlie Miller criou um app para exibir informações de papeis na bolsa de valores, o Instastock, programa que era capaz de baixar e executar códigos da Internet.
Com informações de G1
Logitech traz o G305 X Superlight ao Brasil com 130 horas de bateria
Logitech começou a vender o G305 X Superlight no mercado brasileiro em 16 de setembro. O preço sugerido ficou em R$ 449,90.







Redação iMasters





