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Lu, do Magalu, sugere produtos e resolve problemas dos clientes; veja como foi o desenvolvimento

Lu, do Magalu, sugere produtos e resolve problemas dos clientes; veja como foi o desenvolvimento
Imagem: Redação iMasters

O Magalu, empresa que está digitalizando o varejo brasileiro, apresentou sua ferramenta de inteligência artificial generativaIA generativa81 conteúdosIA Generativa: 5 alternativas para começar a usar em 2025AI · jan 2025Gartner Revela o Futuro da IA GenerativaAI · jul 2024IA Generativa: Pesquisa global aponta Brasil como segundo país mais otimista com a tecnologiaAI · mar 2024Ver tudo em AI . Desenvolvida pelo Luizalabs, em parceria com o Google, a inovação será o “cérebro” da Lu, influenciadora virtual da marca, e será usada sobretudo para fazer sugestões dos produtos mais adequados às necessidades de cada cliente e responder a dúvidas. “Com o uso da inteligência artificial generativa, vamos levar a experiência de atendimento a um novo patamar”, diz André Fatala, vice-presidente responsável pela área de tecnologia do Magalu. “Nosso objetivo é sempre melhorar a experiência, seja por meio da Lu e seu novo cérebro ou com a ajuda dos colaboradores, que vão poder se dedicar a atendimentos mais complexos.”

A novidade está sendo testada em uma das principais categorias de produtos da empresa – os smartphones – e deve ser incorporada ao atendimento ao cliente do Magalu nos próximos meses.

Como a Lu com inteligência artificial generativa vai funcionar:

  • A IA generativa é utilizada para automatizar processos, como atendimento ao cliente e construção de conteúdo, entre outros.
  • A experiência permite que a Lu recomende produtos com base nas necessidades e preferências de cada cliente, como o melhor smartphone com base na duração da bateria, o preço ou na resistência da tela ou o notebook mais adequado para edição de vídeos. As recomendações são geradas automaticamente, com base nas informações contidas nas perguntas dos clientes. Um exemplo: se o cliente pergunta qual o melhor smartphone para quem faz trekking, Lu vai sugerir uma lista de aparelhos resistentes à poeira e a quedas, com bateria de longa duração e câmera adequada para fotos ao ar livre.
  • A IA generativa da Lu também dá informações sobre status de pedidos, confirmações de entrega, disponibilidade de estoque de um produto e registra reclamações.
  • A tecnologia permite um diálogo mais fluido e humano entre a influenciadora virtual e o cliente do outro lado da tela. O Magalu aposta nessa interface conversacional (aquela em que todas as ações do usuário são manifestadas por meio de palavras em vez de cliques em botões e menus) por tornar o processo simples e intuitivo – ou seja, mais inclusivo. Basta o cliente final digitar algo e a IA, básica ou complexa, faz o restante do trabalho.

“Usar a IA generativa para a construção de conteúdo é uma novidade. Aqui, com a Lu, não somos nós que estamos recomendando produtos, não há um algoritmo direcionando para aquelas escolhas”, afirma Fatala.  “É, basicamente, a IA usando as informações dadas pelo cliente, analisando todas as características disponíveis nos itens do nosso marketplace e cruzando dados para, enfim, oferecer uma resposta que atenda perfeitamente aquelas expectativas.”

Como foi o desenvolvimento.

Próximos passos:

  • Após a consolidação do controle do chatbot por meio de texto, o Magalu continuará com o desenvolvimento da interação por meio de voz.
  • A empresa está buscando as soluções tecnológicas mais adequadas para sintetizar a voz da Lu – a mesma usada nos vídeos e outros meios – e permitir que os clientes também possam acessar a nova funcionalidade por meio de áudio.
  • A cada atualização, o uso da IA generativa deve deixar as conversas entre a Lu e os consumidores mais descontraída, permitir piadas e aprofundamento de assuntos.

Matérias especiais e reportagens conduzidas internamente pela Redação iMasters. Acompanhe no Twitter @imasters e no Instagram/Threads @portalimasters

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