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IBM libera para beta de ferramenta do Watson para cibersegurança

Esses clientes estão aproveitando o Watson em seus ambientes de segurança para obterem ainda mais inteligência de dados contra os ataques de cibercriminosos.

IBM libera para beta de ferramenta do Watson para cibersegurança
Imagem: Redação iMasters

A IBM anunciou hoje (08/12) a plataforma beta do Watson para cybersecutity. De acordo com o comunicado, serão 40 organizações que vão testar o sistema, como Sun Life Financial, Universidade Médica de Rochester, corporação Scana, grupo financeiro Sumitomo Mitsui, Universidade Politécnica da Califórnia, Universidade de New Brunswick, Avnet e Smarttech.

Esses clientes estão aproveitando o Watson em seus ambientes de segurança para obterem ainda mais inteligência de dados contra os ataques de cibercriminosos. Dentre as diversas funcionalidades que o uso da plataforma cognitiva da IBM traz aos negócios, estão determinar se um ataque de segurança atual está ou não associado a uma campanha conhecida de malware ou cibercrime, e a melhor identificação de comportamentos suspeitos.

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A intenção da IBM é continuar aprimorando o conhecimento do Watson sobre segurança cibernética↳Segurança171 conteúdosCibersegurança no Brasil: 6 passos para sair da estagnaçãoDevSecOps · jul 2025O papel do CISO para transformar a cibersegurança em uma alavanca de reputação para as empresasDevSecOps · mar 2024Itaipu Parquetec e Exército Brasileiro realizam exercício de cibersegurança em BrasíliaDev (Back & Front) · set 2025Ver tudo em DevSecOps → e sua integração nas operações de segurança do dia a dia das corporações.

“O Watson para CyberSecurity utiliza tecnologias da terceira era da computação (a computação cognitiva), como capacidade de aprendizagem, entendimento da linguagem natural e geração de hipóteses, para ajudar os analistas de segurança a tomar melhores e mais rápidas decisões a partir da análise de grandes quantidades de dados não estruturados”, esclareceu, Guilherme Araújo, líder da Unidade de Segurança da IBM Brasil. Para ele, diversas indústrias já perceberam a necessidade de se aplicar mais inteligência em ambientes de segurança para lidar com ataques e ameaças cibernéticos.

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