NOTÍCIA

Google lança app de fitness para Android e desenvolve nanopartículas para detectar doenças

Novidades visam a ajudar a melhorar a saúde dos usuários, acompanhando atividades físicas e ajudando na prevenção de doenças.

Ontem foi dia de mais dois anúncios do Google: o Fit, um aplicativo para aparelhos com o sistema Android↳Android46 conteúdosAndroid push notifications com Quasar Framework, Firebase e integração com WordPressDev (Back & Front) · mai 2019O X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas - Parte 02: AndroidDev (Back & Front) · abr 2019Modularização de AndroidDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) →, e o desenvolvimento de nanopartículas para identificar alterações bioquímicas no organismo que possam dar sinais de alerta de doenças.

Fit

O app exibe ao usuário todos os dados de fitness obtidos pelo smartphone, pulseiras e relógios com Android Wear ou com outros sistemas compatíveis com o sistema operacional móvel. Além disso, ele Fit fornece o número de passos registrados via pedômetro, quilômetros percorridos de bicicleta, batimentos cardíacos e qualidade do sono, segundo dados obtidos por sensores. É possível também inserir informações manualmente, como peso e calorias perdidas, o que permite manter um controle integrado mesmo sem usar aparelhos inteligentes conectados.

fit

Os dados são mostrados em gráficos e animações para tornar o entendimento simplificado por parte do usuário, que tem no Fit uma segunda opção de visualização além dos apps proprietários de fabricantes como Fitbit e Sony, dona da Smartband.

As informações mostradas na tela tendem a aumentar à medida que desenvolvedores habilitam seus apps com os novos recursos oferecidos pelo Google Fit SDK, um conjunto de ferramentas lançado pelo Google em junho. O app já está disponível e pode ser instalado gratuitamente em qualquer telefone ou tablet rodando a versão 4.0 ou superior do Android.

Nanopartículas

De acordo com o Google, as nanopartículas serão ingeridas por uma cápsula e transmitirão as informações sobre as células doentes para um computador equipado com sensores.

Em comunicado, a empresa destacou que as taxas de sobrevivência ao câncer dependem em grande parte do diagnóstico precoce da doença e lamentou que em muitos casos, como os de tumores no pâncreas, esses diagnósticos ainda não sejam viáveis.

O projeto das nanopartículas conta com a participação do GoogleX, divisão da companhia que desenvolveu os automóveis autônomos (sem motorista, freio ou volante), o Google Glass e os balões aerostáticos, para levar Internet às comunidades remotas. “A GoogleX está desenvolvendo pesquisas para saber se as nanopartículas no fluxo sanguíneo combinado ao um dispositivo portável equipado com sensores especiais, podem ajudar os médicos a detectar doenças ainda em fase inicial”, afirmou a empresa.

O projeto ainda está em desenvolvimento, e os especialistas estimam que pode ser necessário um prazo de cinco a sete anos até que se complete.

Para o Google, pode ser possível desenvolver um teste para detectar enzimas geradas por placas nas artérias que estejam prestes a explodir e causar um infarto ou acidente vascular cerebral.

As nanopartículas devem aderir às células doentes e transmitir informação para os dispositivos portáteis.

O Google ressaltou que as tecnologias desenvolvidas nos últimos anos como micro sensores e poderosos microscópios aumentam a esperança de novos sistemas de diagnóstico.

Com informações de Techtudo e G1

Matérias especiais e reportagens conduzidas internamente pela Redação iMasters. Acompanhe no Twitter @imasters e no Instagram/Threads @portalimasters

Mais de Redação iMasters
Ver perfil →