Golpe em e-mails gerou roubo de mais de US$ 2,3 bilhões
O golpe não é limitado aos EUA – em agosto, o cerca de 10 startups de Londres tinham recebido e-mails personificando CEOs.

O FBI afirmou que golpes de e-mail, nos quais criminosos personificam CEOs de uma empresa e exigem uma transferência em dinheiro, registraram um aumento dramático nos últimos anos.
Funciona assim: a empresa recebe um e-mail que parece ter vindo do CEO. O e-mail normalmente instrui alguém que administra o dinheiro da empresa a enviar um pagamento para uma determinada conta bancária ou fornecer informações de login para o sistema de folha de pagamento da empresa. No entanto, o e-mail não é genuíno, e muitas vezes vem de um domínio fraudulento que é semelhante ao site do legítimo empresa. A conta bancária para o qual o dinheiro é enviado não é de um cliente legítimo; é uma conta pertencente a scammers. Os fraudadores também conseguiram informações da folha de pagamento de centenas de funcionários com essa técnica.
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O FBI publicou um alerta de segurança avisando empresas nos EUA sobre o golpe. A entidade afirma que policiais de todo o mundo já ouviram falar do golpe, que foi relatado em 79 países. O alerta diz que, entre outubro de 2013 e fevereiro deste ano, foram perdidos US$ 2,3 bilhões por causa desse golpe. Entretanto, o custo deve ser mais elevado, já que é improvável que cada pagamento tenha foi notado ou relatado.
Algumas grandes empresas de tecnologia têm sido alvo desse golpe. Em fevereiro, o Snapchat reconheceu que um de seus funcionários tinha revelado acidentalmente informações da folha de pagamento depois de ser enganado por um e-mail afirmando ter sido enviado pelo CEO Evan Spiegel. A empresa de armazenamento de dados Seagate também foi vítima do golpe em março.
O golpe não é limitado aos EUA. Em agosto, o Business Insider informou que cerca de 10 startups de Londres tinham recebido e-mails personificando CEOs.
Com informações de Business Insider
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Redação iMasters





