Falhas de segurança afetam bilhões de aparelhos
Revelação foi feita por Mathew Solnik e Marc Blanchou durante Black Hat, um dos principais eventos sobre segurança da informação da atualidade.

Especialistas anunciaram ter descoberto vulnerabilidades ocultas que afetam mais de dois bilhões de dispositivos em todo o mundo. As falhas atingem telefones nas plataformas e redes mais usadas, como GSM, CDMA, LTE, M2M, Android↳Android46 conteúdosAndroid push notifications com Quasar Framework, Firebase e integração com WordPressDev (Back & Front) · mai 2019O X do Xamarin Forms – O guia das funcionalidades nativas - Parte 02: AndroidDev (Back & Front) · abr 2019Modularização de AndroidDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em Dev (Back & Front) →, iOS e BlackBerry. Entretanto, o problema não se restringe a celulares, mas se estende a praticamente tudo que funciona com tecnologia sem fio, o que inclui notebooks e até carros.
O comunicado foi feito por Mathew Solnik e Marc Blanchou durante uma apresentação no Black Hat, um dos principais eventos sobre segurança da informação↳Segurança171 conteúdosCibersegurança no Brasil: 6 passos para sair da estagnaçãoDevSecOps · jul 2025O papel do CISO para transformar a cibersegurança em uma alavanca de reputação para as empresasDevSecOps · mar 2024Itaipu Parquetec e Exército Brasileiro realizam exercício de cibersegurança em BrasíliaDev (Back & Front) · set 2025Ver tudo em DevSecOps → da atualidade. O problema acontece porque fabricantes de tecnologia precisam ser capazes de mexer nas configurações de seus dispositivos mesmo após saírem da fábrica. Para isso, elas usam comandos ocultos para controlar os aparelhos remotamente.
Assim, a maior parte dos controles é projetada para alterar itens que dizem respeito apenas às desenvolvedoras, como definições de rede. No entanto, algumas podem apagar ou bloquear dispositivos, instalar ou remover softwares, e assim por diante, tudo a distância. “Se as operadoras querem fazer X ou Y, elas mandam as recomendações às fabricantes, que implementam o pedido”, explicou Solnik no palco da conferência que ocorre em Las Vegas, Estados Unidos.
Ao desconstruírem esses controles ocultos, os palestrantes ainda encontraram falhas subjacentes suscetíveis à exploração. Manipulando as vulnerabilidades com as ferramentas de controle remoto, foi possível executar códigos em dispositivos Android remotamente e até executar o jailbreak de um iPhone via wireless.
A boa notícia é que explorar essas vulnerabilidades não é tão simples. Para isso, é preciso um hardware especial, além de elevado conhecimento técnico. Os especialistas também salientaram que, nos testes, às vezes era necessário “enganar” os telefones para fazê-los “pensar” que estavam funcionando em uma rede celular real e não apenas no Wi-Fi. Em outras vezes, foi preciso trocar a banda LTE para que os aparelhos pudessem ser mais facilmente invadidos. Solnik e Blanchou afirmaram ainda que já informaram as falhas para as fabricantes e desenvolvedores de software, que devem providenciar correções o mais breve possível.
Com informações de Techtudo
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Redação iMasters





