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Facebook Messenger pode permitir que usuários enviem dinheiro para amigos

Andrew Aude, estudante na Universidade Stanford, descobriu o recurso oculto usando o Cycript, uma ferramenta de exploração de app para desenvolvedores.

O Facebook Messenger tem um recurso de pagamento para amigos já existente no app, mas não está ativado para o público em geral. Isso permitiria enviar e receber dinheiro por meio do Facebook usando um cartão de débito.

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Andrew Aude, estudante de ciência da computação na Universidade Stanford, descobriu o recurso oculto usando o Cycript, uma ferramenta de exploração de app para desenvolvedores. “Eu o encontrei inicialmente há um mês, através da pesquisa de Jonathan Zdziarski sobre a segurança do Facebook Messenger”, disse Aude ao Gizmodo. Ele começou a procurar mais detalhes depois de ver um screenshot de Zdziarski que apontava para pagamentos móveis. Ele então descobriu um app pronto, só esperando para se tornar público.

A versão que o estudante Aude viu não aceitava cartões de crédito nem contas bancárias, mas permite que o usuário coloque um código PIN para maior segurança. Além disso, as transações são privadas, ou seja, feed de notícias do usuário não será atualizado quando ele pagar R$ 20 para um amigo, por exemplo.

O Facebook recentemente contratou David Marcus, ex-presidente da PayPal, como o chefe do Messenger. O código do aplicativo menciona o PayPal, mas Aude ainda não viu uma opção para pagar com o serviço.

Caso o recurso seja implementado, não deve encontrar muitos empecilhos para chegar ao Brasil. Afinal, o Facebook aceita pagamentos no país via cartão de crédito, boleto bancário, MercadoPago, PayPal, entre outros.

Aude disse ao Gizmodo que o Facebook pode ativar ou desativar o recurso dependendo do usuário, e suspeita que alguns funcionários da empresa já têm acesso a ele. O universitário também encontrou uma nota indicando que o app terá pagamentos entre múltiplas pessoas, mas, por enquanto, só é possível realizar transações entre duas pessoas.

A rede social se recusou a comentar o assunto.

Com informações de Gizmodo

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