Empresas médias no Brasil têm maior índice de penetração de cloud computing
90% delas afirmam ter algum tipo de aplicação em cloud computing, segundo estudo da Dell.
Nesta semana, a Dell divulgou os resultados da primeira edição do Global Technology Adoption Index (Índice Global de Adoção de Tecnologia, em português), que tem como objetivo mapear como as organizações de médio porte de todo o mundo têm lidado com os temas de cloud computing↳Cloud30 conteúdosGerenciamento de infraestrutura multicloud com Kubernetes proporciona otimização e economiaDevSecOps · set 2021Vivo assina contrato para aquisição da IPNET e cresce em cloud computingDevSecOps · ago 20245 tendências da computação em nuvem para as empresasDevSecOps · abr 2022Ver tudo em DevSecOps → (computação em nuvem), mobilidade, Big Data↳Big data16 conteúdosResolvendo desafios de Big Data com Ciência de Dados na UberData · abr 2019Segurança “Data-Driven”: como big data e IA estão redefinindo a detecção de ameaças em tempo realDevSecOps · jan 2026USP lança MBA em Inteligência Artificial e Big DataAI · mar 2024Ver tudo em Data → e segurança.
Um dos destaques do levantamento é o fato de que 90% das empresas médias brasileiras consultadas afirmam ter algum tipo de aplicação em cloud computing. Com isso, o País, juntamente com o México – que apresenta a mesma porcentagem – desponta como o mercado com maior penetração dessa tecnologia, contra uma média mundial de 79%.
Ainda no estudo, 9% das companhias do Brasil afirmam estar estudando o uso da nuvem e apenas 1% não considera projetos nessa área.
Os tomadores de decisão em TI brasileiros entrevistados pelo GTAI despontam como os mais otimistas em relação à confiabilidade dos serviços. No Brasil, 78% das empresas dizem estar bastante confiantes na segurança dos dados armazenados na nuvem, contra uma média de 60% no mundo, 53% na Europa e Ásia Pacífico e 63% na América do Norte.
Em relação ao impacto do uso de dispositivos móveis nas médias empresas, o GTAI identificou que, no Brasil, 43% dos entrevistados afirmaram ter uma estratégia para lidar com a mobilidade, direcionada e alinhada com os objetivos de negócio, enquanto que 36% são orientados por demandas pontuais, sem objetivos claros, e 21% não têm uma estratégia formal.
De acordo com a pesquisa, há uma grande incidência de uso de dispositivos móveis pessoais. Quando questionados sobre a porcentagem de equipamentos de propriedade da empresa que acessam a rede corporativa, os entrevistados no Brasil citaram que são 44% dos tablets, 46% dos smartphones e 59% dos laptops. No mundo, as médias são 47% dos tablets, 48% dos smartphones e 65% dos laptops.
Entretanto, o estudo identificou que apenas 28% das companhias de médio porte brasileiras têm políticas formais de BYOD – contra uma média mundial de 32%, 36% apresentam regras informais e 38% não criaram políticas.
O índice contou com a participação de 2 mil tomadores de decisão em TI de 11 países, incluindo o Brasil.
Com informações de Corpbus!ness







