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Crimes eletrônicos geraram perdas de US$ 117,4 bilhões nos últimos 12 meses

Dado foi revelado pelo diretor de marketing da companhia de antivírus Norton by Symantec.

De acordo com o diretor de marketing da companhia de antivírus Norton by Symantec, Roberto Testa, os crimes eletrônicos geraram perdas de US$ 117,4 bilhões no mundo todo nos últimos 12 meses, transformando-se em “um dos negócios mais lucrativos que não sofreu a crise”.

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O executivo tornou público o relatório anual sobre crimes eletrônicos da empresa, que revelou que os ataques informáticos afetaram 378 milhões de vítimas e derem um prejuízo médio de US$ 309 para cada uma.

As vítimas do crime eletrônico costumam ser homens (64%), e os países mais afetados pelos ataques são Rússia, China e África do Sul.

Estados Unidos lidera o custo a escala mundial do crime eletrônico com US$ 39,146 bilhões, seguido da China, com US$ 37,79 bilhões, e Europa, com US$ 12,14 bilhões.

Segundo a empresa, quase uma de cada duas pessoas não toma as precauções básicas em tablets e smartphones, como proteção com contra-senhas, software antivírus ou cópia de segurança de seus arquivos.

O relatório também sustenta que 38% dos usuários sofreram um ataque em seu dispositivo móvel nos últimos 12 meses. “Os usuários móveis se esqueceram da segurança em nome da comodidade. Joga-se com esses dispositivos, compra-se com eles e até se consultam dados financeiros mas se esquecem de protegê-los”, afirmou Roberto.

O porta-voz insistiu que o perfil do criminoso mudou: “É silencioso, móvel e social. Quer passar despercebido para obter mais informação e poder lucrar. Sabe do aumento dos dispositivos móveis e quer aproveitar a confiança emocional que oferecem as redes sociais para suplantar a identidade e poder enganar mais facilmente”.

Ao todo, 62% dos entrevistados pela Norton concordam que atualmente não existe privacidade em linha, e 40% desejariam poder eliminar permanentemente algum conteúdo pessoal presente na rede.

As redes sociais continuam sendo um dos canais para realizar ataques: 12% de seus usuários afirmam que foram hackeados em alguma conta, e uma de cada dez pessoas acessa as contas de seu parceiro e de amigos sem permissão. Além disso, quase quatro em cada dez usuários das redes sociais não desliga sua sessão quando terminam de utilizá-las, o que facilita as invasões.

O relatório indica que 49% dos internautas utilizam seus dispositivos tanto para o trabalho como para o uso pessoal. “Estão sendo utilizados dados profissionais e pessoais na mesma conta, o que está construindo uma estrada vulnerável para acessar ambos”, concluiu o diretor de marketing do Norton by Symantec.

O estudo foi baseado em uma pesquisa “online” com 13.022 usuários de 24 países com idades compreendidas entre 18 e 64 anos.

Com informações de Info

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