Brasil continua sem política de segurança para BYOD
Embora brechas na segurança móvel tenham afetado 78% das organizações brasileiras nos últimos doze meses, elas não tomaram medidas de segurança adequadas.
Apesar de o BYOD estar em alta no mercado brasileiro, as empresas não têm adotado políticas de segurança para a proteção de suas informações. Segundo um estudo da BT, as brechas na segurança móvel afetaram 78% das organizações brasileiras nos últimos doze meses e, mesmo assim, as companhias não tomaram as medidas de segurança adequadas em caso, por exemplo, de infecções causadas por malwares ou roubo de dispositivos.
A pesquisa mostra que ao menos 25% das organizações entrevistadas que tiveram uma brecha na segurança móvel experimentaram mais de quatro incidentes no último ano. De acordo com o estudo, tendências como BYOD (Bring Your Own Device) e COPE (Corporately Owned Personally-Enabled) vêm sendo na prática altamente assimiladas, com 98% das organizações no País permitindo a seus colaboradores o uso de equipamentos pessoais no trabalho. No entanto, 46% das empresas no Brasil ainda não têm uma política relacionada ao BYOD e à segurança móvel.
Apenas 37% dos entrevistados disseram existir, em suas empresas, recursos para prevenir uma violação. O estudo ainda mostrou que 33% de todos os funcionários não estão protegidos por senha, e 36% dos entrevistados afirmaram que a empresa não oferece treinamento de segurança em TI a todos os funcionários.
O relatório também destacou que, embora 32% dos dispositivos móveis pessoais ou corporativos tenham pleno acesso às redes internas ou contenham informações reservadas de clientes, 31% das organizações brasileiras não têm uma política de segurança móvel com regras que devam ser obrigatoriamente cumpridas.
Com informações de Convergência Digital
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Redação iMasters





