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Big data pode gerar receita acima de R$ 1 bilhão no Brasil

Pesquisa prevê que mundo terá 80 bilhões de aparelhos conectados, média de 10 por domicílio.

De acordo com uma pesquisa da EMC e da Frost& Sullivan, que mostra os impactos do Big DataBig data16 conteúdosResolvendo desafios de Big Data com Ciência de Dados na UberData · abr 2019Segurança “Data-Driven”: como big data e IA estão redefinindo a detecção de ameaças em tempo realDevSecOps · jan 2026USP lança MBA em Inteligência Artificial e Big DataAI · mar 2024Ver tudo em Data no setor de telecomunicações, em 2020, o mundo terá 80 bilhões de aparelhos conectados, média de 10 por domicílio, sendo que cada pessoa será detentora de cinco desses aparelhos. Haverá ainda 5 bilhões de usuários de internet. As previsões mostram que as pessoas estarão cada vez mais hiperconectadas, gerando um volume de dados que passará da medição do terabytes para petabytes, exabytes, zettabytes e yottabytes.

O volume de informações gerado vai crescer com as avançadas tecnologias de acesso à Internet móvel e o alto consumo de informações via tablets e smartphones.

Para compreender quem são esses usuários, “o caminho é entender a personalidade e os hábitos de cada cliente para oferecer serviços cada vez mais personalizados para a sua realidade. Em algum momento cada pessoa deixa seu rastro digital através de registros telefônicos e ainda pelos aparelhos móveis que possibilitam acesso à internet, vídeos, GPS, entre outros. Em função disso, as operadoras têm em mãos uma ‘mina de ouro’ de informações que lhes permitem interpretar o comportamento do consumidor”, disse Pedro Desouza, gerente sênior de consultoria, inteligência de negócios da EMC.

Apesar de o futuro para as operadoras ser promissor com o crescimento do negócio em comunicação de dados, é importante que elas vençam seus desafios atuais de reduzir a perda de clientes, aumentar a receita por usuário, crescer a margem de lucro e fazer frente a um mundo de dados medido por “exas”. Para isso, as empresas vão precisar de novas tecnologias que apresentem três características: alta escalabilidade, baixo custo e flexibilidade.

“É um desafio para a área de TI que não está pronta para isso. Mas ao mesmo tempo já é visto como uma grande oportunidade pelas áreas de negócios”, afirma Desouza. Para ele, tanto os desafios quanto as possibilidades de novas frentes vão desaguar no uso de ferramentas analíticas.

Assim, a proposta do Big Data gera oportunidades para as operadoras identificarem de maneira eficaz onde estão suas perdas e como revertê-las e ainda gerar novos negócios que vão desde a criação de serviços e produtos até parcerias com instituições de diversos segmentos na economia agindo na identificando informações personalizadas e reveladoras nas áreas da saúde, transporte, educação, entretenimento, entre outras. Além de possibilitar investimentos eficientes e precisos em ações customizadas de comunicação e marketing.

“As novas tendências globais de mercado vão entrar efetivamente na agenda dos CIOs em 2013, como computação em nuvemCloud30 conteúdosGerenciamento de infraestrutura multicloud com Kubernetes proporciona otimização e economiaDevSecOps · set 2021Vivo assina contrato para aquisição da IPNET e cresce em cloud computingDevSecOps · ago 20245 tendências da computação em nuvem para as empresasDevSecOps · abr 2022Ver tudo em DevSecOps , segurança de dados no acesso em dispositivos móveis e Big Data”, afirma Fernando Belfort, analista de mercado sênior da Frost & Sullivan. Projeções da empresa de consultoria indicam que até 2016 o mercado de Big Data, no Brasil, representará uma oportunidade superior a R$ 1 bilhão. “É um mercado que deve crescer 25% ao ano. Só este ano, o crescimento será de 70%”, ressalta o analista.

Segundo a Frost & Sullivan, 90% do volume de informações no mundo foram criados nos últimos dois anos, como resultado do número de aparelhos móveis e fixos conectados. Desse total, apenas 15% são considerados dados estruturados que estão em plataformas como CRM (Customer Relationship Management), ERP (Enterprise Resource Planning) e bancos de dados. Os 85% restantes são dados não estruturados, que estão dispersos em redes sociais, e-mails, documentos eletrônicos, mensagens instantâneas, vídeo, áudios, comunicação via M2M (machine to machine), RFID (Radio-Frequency Identification) etc.

Com informações de Convergência Digital

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