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Aumentam compras no varejo online via aparelhos móveis

Na B2W Digital, que reúne Americanas.com, Submarino e Shoptime, a conexão via dispositivos móveis atingiu 24% do tráfego total no quarto trimestre de 2014.

Aumentam compras no varejo online via aparelhos móveis
Imagem: Redação iMasters

O acesso e o fechamento de compras no varejo online via dispositivos móveis cresceram de forma rápida em 2014, segundo empresas do setor.

Na B2W Digital, que reúne Americanas.com, Submarino e Shoptime, a conexão por meio de dispositivos móveis atingiu 24% do tráfego total no quarto trimestre de 2014. No mesmo período de 2013, a parcela havia sido de 12%. Na Cnova, que inclui o e-commerceE-commerce21 conteúdosECBR Club: novo espaço para devs se conectarem ao ecossistema de e-commerceDev (Back & Front) · mai 2025TOTVS anuncia joint venture com VTEXMarketing Tech · mai 2019Jovens da Brasilândia recebem formação gratuita em tecnologiaGestão Dev & TI · jul 2025Ver tudo em Marketing Tech de Extra, Pontofrio e Casas Bahia, as vendas concluídas por meio de smartphones e tablets saltaram de 4,4% em 2013 para 10,5% no ano passado.

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Os números mostram que, apesar do avanço, o percentual de internautas que usam os meios móveis apenas para consulta ainda é maior. “A participação do smartphone na compra é menor, mas o aparelho cada vez mais influencia na decisão do consumidor”, disse Romero Rodrigues, CEO global do Buscapé. Em 2014, os acessos ao comparador de preços pelo mobile atingiram 32% – eram 13% no ano anterior. Hoje, aos finais de semana, há picos de até 40%.

Entre os consumidores que preferem os computadores tradicionais, as principais razões são o receio com a segurança e a falta de praticidade para obter detalhes do produto em uma tela menor. “Há ainda uma boa parcela que paga com boleto e precisa usar o computador para imprimir o documento”, afirmou Rodrigo Borer, presidente do Buscapé na América Latina.

O setor de importação de bens de consumo reduziu em cerca de 70% as compras de mercadorias no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2014, puxado pelo câmbio desfavorável. Para a Abcon, que representa as empresas importadoras de utilidades domésticas, presentes e confecções, entre outros artigos, este deverá ser o pior ano do segmento em dez anos. “Nem quando o dólar chegou a R$ 4 (em 2002) foi tão ruim, pois a confiança do consumidor era elevada e eles aceitavam pagar mais pelo produto”, disse Gustavo Dedivitis, presidente da entidade.

As mercadorias de bens de consumo importados estão entre 30% e 40% mais caras. O setor faturou R$ 9 bilhões em 2014, 18% a menos que no ano anterior.

A intenção dos brasileiros em comprar aparelho celular e computador teve a maior parcela em um mês de janeiro desde o início da série histórica da Fecomércio-RJ, em 2007, segundo estudo encomendado à consultoria Ipsos. Dos 17,6% dos brasileiros entrevistados que pretendem adquirir algum bem durável até abril deste ano, 14,8% querem comprar um celular e 10,7% um computador. “Itens de maior valor e que antes recebiam incentivos do governo, como carros e produtos da linha branca, passaram a competir por espaço com produtos de tecnologia”, afirmou Christian Travassos, economista da federação.

A televisão é o artigo mais cobiçado, com 15,4%. Entre os eletrodomésticos, a geladeira lidera, com 12,7%.

Com informações de O Negócio do Varejo

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