Aplicativos do Facebook são explorados e colocam usuários em risco
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Ivan Carlos icarlos@icarlos.net Consultor especializado em tecnologia e segurança da informação↳Segurança171 conteúdosCibersegurança no Brasil: 6 passos para sair da estagnaçãoDevSecOps · jul 2025O papel do CISO para transformar a cibersegurança em uma alavanca de reputação para as empresasDevSecOps · mar 2024Itaipu Parquetec e Exército Brasileiro realizam exercício de cibersegurança em BrasíliaDev (Back & Front) · set 2025Ver tudo em DevSecOps →, gestão de riscos e continuidade de negócios. É fascinado por networking, corridas de rua, jogos e entretenimento digital. |
Em toda rede social, há casos em que usuários são redirecionados para sites nocivos ou têm sua segurança comprometida. Isso é comum quando se trata de perfis roubados ou de alguma vulnerabilidade explorada na programação da própria rede social.
O que não é comum é a utilização de aplicações que tiveram códigos maliciosos injetados. Isso pode ser uma nova forma de ataque, que, se explorada com sucesso, pode afetar muito mais usuários, uma vez que sua base de visitantes já está construída.
O primeiro caso detectado (a aplicação ainda está comprometida, portanto, não acesse) é o CityFireDepartment, um jogo online acessado através do Facebook no qual o usuário gerencia um corpo de bombeiros. Outras aplicações com código malicioso injetado localizados até o momento são MyGirlySpace, Ferrarifone, Mashpro, Mynameis, Pass-it-on, Fillinthe e Aquariumlife.
A princípio, pensou-se que se tratava de um ataque hacker deliberado feito pelos desenvolvedores, mas numa observação mais a fundo do código-fonte, pôde-se perceber que um iframe foi injetado na fonte.
No caso das aplicações citadas acima, a vulnerabilidade explorada é uma falha na aplicação Adobe Acrobat Reader, recentemente divulgada e que já possui correção.
É importante, portanto, que o usuário procure manter seus programas de segurança sempre atualizados para evitar esse tipo de ataque.
Via AVG
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Redação iMasters





