As empresas devem responder os ataques on-line com a verdade – Barry Libert e Rick Faulk, da minha coleção de frases.
O Valor publicou uma matéria detalhada sobre como as empresas estão usando as sugestões dos usuários para mudar seus produtos.

Prevejo que mais e mais os usuários vão entrar dentro da produção da empresa.
Se eu quero vender para eles, por que não colocá-los na linha do design?
É o que a Fiat está fazendo com o Fiat Mio.

Por que esperar todo um ciclo?
Eu faço, lanço, recebo retorno, arrumo?
Se eu, desde o princípio, envolvo?
E vou com eles?
As redes sociais de produção de produtos, com desconto, podem vir a dar direito aos primeiros protótipos, nomes de quem ajudou e, até, por que não, participação nos lucros, é uma tendência.
Como também é a abertura dos SACs e serviços de atendimento do consumidor para saber o que os outros dizem sobre o produto, um SAC 2.0.
Hoje, você reclama, mas não vê quem já reclamou sobre o mesmo assunto.
Não tem uma visão do todo.
Nos casos de governo, então, isso seria muito bom para a transparência.
É uma caixa preta que precisa ser aberta.

Não há gráfico, estatística.
A próxima etapa dos SACs será justamente aceitar os pedidos e deixar que usuário veja a reclamação do outro usuário, tipo a Amazon faz com os produtos dela.
Veja o desenho dos dois modelos abaixo:

A grande diferença é que no modelo de cima, o usuário não tem acesso à base de dados das críticas, não vê o que o outro reclamou, no de baixo, vê.
Isso pode ser aperfeiçoado com estatísticas, gráficos, junção de tipo de crítica, filtro por faixa etária região, etc.
Por que não tudo aberto?
Que dizes?







