Supercomputador Watson aprende português e chega ao Brasil
IBM revela estratégia para tornar global seu supercomputador e deve ter centros focados na tecnologia em Dublin, Londres, Melbourne, São Paulo e Singapura.
A IBM está promovendo o Watson como uma plataforma global. O supercomputador chegará a seis continentes e a mais de 25 países. No processo de expansão, a máquina está aprendendo a falar português (além de espanhol e francês) e percorre o caminho para chegar ao Brasil – além de a centros na Inglaterra, Austrália e Singapura – em breve.
O processo alinha-se a um desejo manifestado com a companhia em junho, quando sinalizou planos de trazer a tecnologia ao País. O equipamento rodará na estrutura que a empresa mantém na cidade de São Paulo.
No início de 2014, a IBM investiu US$ 1 bilhão no Watson Group. Os recursos são destinados a pesquisa e desenvolvimento e aplicações em nuvem. Na última terça-feira, a empresa abriu um grande escritório para a divisão que cuida do supercomputador na cidade de Nova York.
Outra iniciativa diz respeito a um movimento de abertura cada vez maior do supercomputador para a formação de um ecossistema de parceiros que abasteçam a máquina com sistemas. O foco das soluções aponta para aplicações nas verticais de saúde e finanças.
O supercomputador da IBM ganhou notoriedade em 2011 ao vencer concorrentes humanos em um programa de auditório (Jeopardy), respondendo questões complexas e demonstrando capacidade cognitiva.
Com informações de Computerworld







