Roubo de dados cresce em empresas brasileiras e despreparo humano preocupa
Roubo de dados tem crescido em empresas brasileiras, juntamente com preocupação com o despreparo humano para lidar com esses casos.

O roubo de dados tem crescido nas empresas brasileiras. Com ele, cresce também a preocupação com o despreparo humano para lidar com esses casos. O iMaster publicou recentemente que o Brasil é o terceiro país que mais sofre com ataques cibernéticos.
O cenário revela que o roubo de dados afetou, só em 2018, 62,7 milhões de empresas. Além disso, fez com que as pessoas perdessem 24 horas de trabalho para lidar com os danos pós-ataques. As informações foram divulgadas pela Flipside, principal consultoria de conscientização corporativa em Segurança da Informação↳Segurança171 conteúdosCibersegurança no Brasil: 6 passos para sair da estagnaçãoDevSecOps · jul 2025O papel do CISO para transformar a cibersegurança em uma alavanca de reputação para as empresasDevSecOps · mar 2024Itaipu Parquetec e Exército Brasileiro realizam exercício de cibersegurança em BrasíliaDev (Back & Front) · set 2025Ver tudo em DevSecOps → da América Latina.
Diante dessa realidade, as companhias de segurança cibernética têm buscado soluções para resolver esses problemas. A Flipside afirma que os principais motivos para que esses ataques consigam ser bem sucedidos é o despreparo humano e a falta de treinamento de segurança para os funcionários.
Vulnerabilidade gera roubos
Por isso, a empresa desenvolveu o ESKIVE, a primeira plataforma brasileira de monitoramento de vulnerabilidade humana. Essa plataforma realiza análises e gera soluções educacionais, em todos os ambientes de uma empresa. E permite que os gestores visualizem cada colaborador ou setor.
O Eskive mostra o grau de vulnerabilidade de uma pessoa ou setor e quais são as ações de educação necessárias para aumentar o nível de conscientização. São instalados sensores de monitoramento que simulam situações para entender e metrificar o comportamento dos usuários.
As simulações são realizados no ambiente físico e digital. Com isso, é possível medir o nível de vulnerabilidade para ataques. Principalmente, quando o atacante se utiliza de ligações telefônicas para obter informações estratégicas da empresa.








