Pesquisadores criam digitais falsas e enganam leitores biométricos
Pesquisadores norte-americanos criaram cópias
de impressões digitais reais e enganaram sistemas biométricos
em 90% das tentativas. As falsificações foram construídas
com Play-Doh – uma espécie de massa de modelar que
se solidifica quando exposta ao ar durante um dia, aproximadamente.
Foram testadas 66 cópias de digitais reais,
de 11 pessoas diferentes. A líder do estudo, Stephanie
Schuckers, professora de engenharia elétrica e de computação
da Clarkson University, afirmou que os dispositivos biométricos,
como qualquer outro sistema de segurança ou identificação,
são vulneráveis a fraudes e ataques bem planejados.
Segundo ela, a confiabilidade desses dispositivos
pode aumentar se forem adotados mecanismos para detectar a transpiração.
Stephanie e sua equipe criaram um algoritmo que identifica o padrão
de umidade de dedos vivos que, quando adicionado aos leitores,
fez o sucesso da fraude cair para menos de 10%.
Os pesquisadores também testaram dedos de
cadáveres nos leitores e obtiveram resultados semelhantes.
Em alguns casos, as digitais foram aceitas em 94% das tentativas.
A equipe também testou dedos de cadáveres
nos leitores e obteve resultados semelhantes. Em alguns casos,
as digitais foram aceitas em 94% das tentativas.
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Redação iMasters





